terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Está aberta a temporada de desmanche no Atlético Paranaense

Conhecemos a política de salários e contratações do clube. E na minha opinião, o clube está absolutamente certo ao não cometer as irresponsabilidades que outros clubes cometem, principalmente quando o assunto é salário.

Ainda assim, é impressionante como o Atlético Paranaense tem desmanchado seus times, ano após ano.

Não vou falar da última janela do "desmanche", já é passado. Vamos então ao que temos para a "temporada de desmanche 2015":
Sueliton teria pedido aumento alto
demais.

Douglas Coutinho, Marcelo e Sueliton. 

Ainda que sem nenhuma confirmação oficial, essa é a lista de jogadores que não continuam no Atlético Paranaense, em 2015. Por enquanto...

Aos trancos e barrancos, com o terceiro treinador do ano, o Furacão conseguiu formar uma boa base no segundo semestre. Nada de excepcional, mas que num campeonato fraco como foi o Brasileiro deste ano, conseguiu um oitavo lugar sem grandes sustos.

Essa base passa necessariamente pelos 3 jogadores citados.

Douglas Coutinho ajudou o time a conquistar pontos importantes num momento ruim, onde a zaga não se encontrava, e o time pouco criava. Mas principalmente mostrou ter potencial para ser um baita atacante nos próximos anos.

Marcelo sempre pareceu "preguiçoso" em campo, mesmo nas melhores fases, talvez pela absurda velocidade que tem. Dá a impressão que ele sempre chegará na frente do adversário, não importando quanto tempo demore para começar a corrida. Não fez a temporada que fez ano passado muito pelo resto do time, e mesmo assim foi decisivo em jogos importantes, criando e concluindo.

Sueliton é o típico bom lateral brasileiro. Se virá compondo a marcação, sobe bem, sabe tabelar e fazer jogadas de ultrapassagem, e participa MUITO do jogo. De tanto participar, erra MUITO, mas acaba virando o líder de assistências para gols em muito momentos.

Sem os três, da "espinha dorsal" mediana e promissora, para 2015 ficarão Weverton, Gustavo, Natanael, Deivid e Marcos Guilherme.

Outros podem sair...

A reposição, sabemos, virá com jogadores baratos e pouco disputados por outros clubes.

Que a competência e a sorte esteja do lado da diretoria como esteve na contratação de Sueltion e Natanael em 2014.

Para o ataque, a categoria de base será a "solução". (!!!???)

SRN

---
RSS - Twitter - Facebook

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Paulo André esteve na Arena da Baixada na partida contra o Sport

paulo andre atletico pr
Paulo André no Atlético em 2015.
Paulo André, ex-jogador do Furacão, respondeu a questionamentos sobre sua passagem por Curitiba no final de semana, no programa Bate-Bola da ESPN Brasil.

Segundo o zagueiro, ele veio para rever alguns amigos, como Lúcio Flávio e Alex, e também para conhecer a nova Arena da Baixada, onde conversou com Mario Celso Petraglia, presidente do Atlético Paranaense.

Em outras palavras, o jogador disse ser admirador do modelo de gestão implementado no clube, e por isso tem curiosidade e interesse em conhecer como o clube é administrado.

Além disso, lembrou que jogou no Furacão entre 2005 e 2006, e por isso tem admiração pelo clube.

Sobre a possibilidade de retornar a jogar pelo Atlético, Paulo André lembrou que tem contrato com o Shanghaï Shenhua até o final de 2015.

Fonte: ESPN Brasil

SRN

---

Leia também:

O Bom Senso F.C. faz sentido
Paulo André "clama" pela democratização da CBF.
O bom senso contra o "sistema", já escolheu seu lado? Eu já!


---
RSS - Twitter - Facebook

10 coisas para o Atlético Paranaense ter um 2015 melhor que 2014

E se, em 2015...

... Marcelo ficar no Furacão em 2015, só sendo vendido com proposta de fora.

... Douglas Coutinho, ainda RESERVA do time, ficar para ainda tentar virar ídolo do clube.

... Ederson voltar ainda mais maduro para disputar posição com Cleo.

... o Atlético Paranaense renovar com Sueliton.

... Weverton ficar para virar definitivamente ídolo do clube.

... mais um zagueiro bom e experiente for contratado.

... o Atlético Paranaense acertar na contratação de um meia que chegue para ser titular.

... Marcos Guilherme entrar aos poucos em 2015, amadurecendo para confirmar o potencial que ele, as vezes, demonstra ter.

... volantes que "destroem" e "constroem" forem contratados.

... Claudinei "sobreviver" a oscilações compatíveis com a qualidade do time.

Sugestões?

SRN

---

Leia também: E se em 2014...

---
RSS - Twitter - Facebook

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Objetivo cumprido, agora é a hora de fazer promoções para os sócios.

Público pós-reforma não aumentou. 
Podemos afirmar que o Atlético Paranaense não corre mais risco algum de rebaixamento, correto?

Pois bem, então é a hora de arrecadar o máximo possível com pequenos jogos que normalmente não dariam público. Além de incentivar novas associações visando 2015.

Com o preço atual do ingresso avulso, sem motivação extra de "jogos grandes", o público deve ficar abaixo da média nos próximos jogos em casa, contra Sport, Santos e Goiás.

Além disso, o modelo atual de novas associações complica a vida de quem se associa "no impulso", já que existe um "período de carência" para o novo sócio poder assistir aos jogos.

Num período de pouco apelo como o atual valeria a pena promoções como essas?


  1. Ingressos avulso a 100 reais.
  2. Sócios compram ingressos extras a 50 reais.
  3. Cortar o período de carência para novos Sócios até o final do ano.


Outras sugestões?

SRN

---

Atualização: O clube repetiu a promoção de algumas rodadas atrás. 35 timemanias com o Atlético Paranaense marcado como time do coração vale um ingresso. Fonte: http://www.furacao.com/materia.php?cod=45531

---
RSS - Twitter - Facebook

11 coisas que fariam o Atlético Paranaense ter um ano de 2014 melhor

E se a bronca pós-derrota no Maracanã fosse mais comedida...

E se tivessem segurado Mancini...

E se pagassem alguns milhões para segurar Everton...

E se renovassem com Luis Alberto por mais um ano...

E se contratassem reforços a altura para substituir Everton e Luis Alberto...

E se o gringo tivesse sido demitido antes...

E se o afastamento de Manoel tivesse sido melhor administrado...

E se tivessem contratado um zagueiro médio como Gustavo antes...

E se Marcelo tivesse voltado a jogar bola antes...

E se Marcos Guilherme entrasse aos poucos, com um meia mais experiente sendo titular...

E se os briguentos reincidentes de Joinville já estivessem proibidos de entrar nos estádios e o Atético não jogasse sem torcida tantos jogos...

Talvez tivessemos vencido essa...


... essa...



e essa partida...


E se tivessem vencidos essas 3 partidas, teríamos 53 pontos...

Olhando hoje para o passado recente, fica mais fácil encontrar alguns dos problemas que aconteceram em 2014.

Algumas dos "e se" citados aconteceram por falta de investimentos. Outros tantos por falta de "tato" dos envolvidos. Mas vários foram motivados por convicção de estar fazendo o certo.

Erros acontecem, mas é importante não repeti-los.

Que 2015 comece com a base formada em 2014, com maiores investimentos (mesmo que pontuais) em reforços, com melhor relacionamento da diretoria com os jogadores, com mais respeito com os sócios e com MUITO mais rigor no combate a violência.

Não que eu acredite nisso, mas é o meu desejo...

SRN

---

Em tempo: Se fosse eu o presidente, também cometeria alguns dos "erros" apontados no post, por pura convicção de estar fazendo o correto.

---
RSS - Twitter - Facebook

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Os 9 pontos que livraram o Atlético Paranaense do rebaixamento

Atlético Paranaense na porta da ZR.


Algumas semanas atrás, logo após as duas previsíveis derrotas fora de casa para Coritiba e São Paulo, eu afirmava que a situação era complicadíssima, e mais uma derrota em jogo "pra ganhar" poderia decretar o rebaixamento.

Mas também lembrava que a sequência era boa, com 3 jogos relativamente tranquilos contra Figueirense, Flamengo e Criciúma. Obter 6 pontos desses 9 disputados era obrigação pensando em fuga do rebaixamento. Já obter 9 pontos seria praticamente se livrar definitavamente da ZR.



E os 9 pontos vieram.

Recuperação na Arena da Baixada.


Em casa, contra Figueirense e Flamengo, o Atlético Paranaense pareceu o time do ano passado. A zaga foi segura, mesmo quando exposta, em alguns momentos. A volância jogou muito, com Deivid sendo destaque nas duas partidas. O meio e ataque criou como ainda não tinha feito este ano, principalmente com a entrada de Delatorre no lugar de Marcos Guilherme. Marcelo voltou a ser "Marcelo Bolt", com arrancadas e assistência, participou de 3 dos 5 gols atleticanos nas duas vitórias.

E assim vieram os primeiros 6 pontos.

Voltando a vencer fora de casa.


Contra o Criciúma, fora de casa, um empate já seria interessante, "segurando 2 pontos" de um adversário direto e levando um ponto pra casa. O time não foi bem como nas duas partidas anteriores, em casa, levou sufoco em alguns momentos do jogo, principalmente logo depois da entrada de Paulo Baier. Mas novamente a volância e a zaga, com destaque para Deivid e Cleberson, seguraram a onda do ataque adversário.

No meio e ataque, diferente das partidas anteriores, pouco criamos. Marcelo não conseguiu ter bom aproveitamento, Dellatorre pareceu cansado desde o primeiro minuto de jogo, e Bady errou passes demais. Apenas Cleo conseguia segurar as poucas bolas que chegavam para seu domínio, e distribuia com certa qualidade.

Mas, se antes a saída de Marcos Guilherme foi decisiva para as vitórias, desta vez a sua entrada definiu o jogo. O meia entrou mais para marcar do lateral adversário, que apoiava bem, mas também para arrancar em contra-ataques rápidos, coisa que Dellatorre não vinha conseguindo fazer. E na primeira chance que teve, arrancou bem, chutou mal, e contou com a falha do goleiro. A bola sobrou para Cleo, que guardou. Depois o meia ainda perderia um gol cara-a-cara com o goleiro, numa jogada de contra-ataque criada por ele mesmo. Bem ou mal, ainda com deficiências, muito jovem, Marcos Guilherme decidiu a partida. E assim deve continuar, entrando no segundo tempo para tentar mudar algumas partidas em nosso favor.


Próximas rodadas


As duas vitórias em casa eram obrigatórias também pela sequência de jogos do Furacão nas próximas rodadas: Fluminense (fora), Atlético-MG (casa) e Botafogo (fora).

E pelo mesmo motivo a vitória contra o Criciúma foi sensacional. Afinal, imagine a pressão que seria o jogo contra o Atlético Mineiro em caso de derrotas contra Criciúma e Fluminense.

SRN

---
RSS - Twitter - Facebook

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

A vitória contra o Figueirense e as vaias da torcida

Torcida do Atlético vaiou jogadores
durante a partida.
Não tive tempo de escrever sobre a importante vitória do Atlético Paranaense sobre o Figueirense, por 3 a 0. Por isso, deixo aqui "chamadas" para dois posts sobre o jogo, que na minha visão, destacam bem os pontos principais dentro e fora de campo.

O primeiro, "Com (o) 11 é bem mais fácil!", é do Blog do Torcedor, no globoesporte.com, segue um trecho:


"... Sem Hernani, cortado de última hora, o Atlético começou o jogo com Weverton, Suéliton, Cléberson, Gustavo e Natanael; Deivid, Paulinho Dias, Bady e Marcos Guilherme; Marcelo e Cléo. Encontramos um Figueirense muito fechado e que desde o início da partida já se mostrava satisfeito com o empate. Como em poucas vezes aconteceu no campeonato, o Atlético teve muito mais posse de bola e buscava o gol. Paulinho Dias e Bady tiveram boas chances, mas aos 21 minutos Marcos Guilherme desperdiçou a melhor delas ao perder um gol debaixo da trave. Com erros de passes, a torcida atleticana começou a ficar impaciente e escolheu um alvo. O camisa 10 rubro-negro passou a ser vaiado, injustamente. Não pela performance, muito abaixo da média. Mas simplesmente porque ninguém melhora sendo xingado no meio de uma partida... " via @fusketa

Para ler na íntegra, acesse o link: http://globoesporte.globo.com/pr/torcedor-atletico-pr/platb/2014/10/13/com-o-11-e-bem-mais-facil/


O segundo, "Chega de vaias na Baixada", é do blog No Olho do Furacão, no espnfc.com.br, segue um trecho:


"... Se novamente somos obrigados a conviver com um elenco muito aquém das expectativas e potencialidades, façamos um pacto de apoio durante os 90 minutos. Incentivar tiriças não fará deles craques, nem demonstra satisfação com o trabalho da diretoria de futebol, mas resgata a essência da torcida atleticana e nos aproxima da permanência na Série A para 2015. As cobranças devem ser feitas, mas de modo que não atrapalhem ainda mais o rendimento do combalido escrete. Fica combinado: vai pra Baixada? Durante o jogo, apoie!" via @falapaulao

Para ler na íntegra, acesse o link: http://espnfc.espn.uol.com.br/atletico-paranaense/no-olho-do-furacao/chega-de-vaias-na-baixada

Os melhores momentos da partida pela TVCAP:




SRN

---
RSS - Twitter - Facebook

domingo, 5 de outubro de 2014

[Pós-Jogo] Derrota no Atletiba: Coritiba 1 x 0 Atlético Paranaense, no Couto Pereira

Veja como foi a derrota do Furacão por 1 a 0 contra o Coritiba

Em mais um boa atuação do sistema defensivo rubro-negro, desta vez quem "achou" um gol foi o adversário. Ofensivamente, o Atlético foi mal nas conclusões no primeiro tempo, e mal na criação no segundo.

O primeiro tempo foi praticamente todo dominado pelo Furacão, que teve chances claras de gol com Marcelo e Marcos Guilherme. Pelo lado do Coritiba, a única chance de gol foi de Joel, em falha grave de Cleberson.

Já o segundo tempo foi inteiro coxa-branca, que logo no primeiro minuto "achou" um belo gol de fora da área, sem chances para Weverton. A partir daí o Atlético Paranaense não criou mais, e acabou "chegando" apenas nas bolas paradas.

As notas dos jogadores atleticanos

Weverton 6 - Seguro quando cobrado, em poucas oportunidades criadas pelo Coritiba. No gol adversário pouco pôde fazer.

Sueliton 5 - Inseguro na marcação, perdeu muitos duelos diretos com Zé Eduardo, levando cartão amarela e sendo substituído no intervalo por isso. Na frente conseguiu criar a principal jogada do Atlético, perdida por Marcelo.

Cleberson 4 - Foi seguro na maior parte do jogo, até errar o tempo da bola num "balão" fácil de ser cortado e deixar Joel cara-a-cara com Weverton. A partir desse momento voltou a errar lances bobos.

Gustavo 5 - Regular. Não comprometeu.

Natanael 5 - Subiu mais ao ataque que em jogos anteriores, puxando alguns bons contra-ataques, mas pecando no passe.

Deivid 6 - Novamente bem, com muitos desarmes e poucos erros de passe.

Hernani 6 - Foi bem, com alguns bons desarmes e saindo bem pro jogo. Foi o "armador" do time.

Marcos Guilherme 2 - Mais uma vez teve chances e desperdiçou. No quesito passe foi um desastre, errando passes de 5 metros.

Marcelo 3 - Perdeu a melhor chance do jogo. Caiu em todas as jogadas mesmo sem sofrer falta.

Douglas Coutinho 4 - Perdeu boas chances de marcar, abaixo da média.

Cleo 6 - Mesmo sendo o jogador "menos técnico" do ataque, foi novamente o melhor do setor com boas assistências.

Damasceno 5 - sofreu duas ou três faltas que levaram perigo num momento em que o time não conseguia criar mais.

Sidcley 3 - Entrou apagado, mal novamente.

Mario Sergio 3 - Entrou errando tudo, é fraco demais.

Próximas rodadas

Na próxima rodada o Furacão enfrenta o São Paulo fora de casa. A derrota é provável, e nos deixará a "uma derrota" da zona de rebaixamento. Ou seja, a gordura adquirida no início da competição acaba em caso de derrota para o tricolor paulista.

A "boa notícia" é que depois o Atlético Paranaense terá uma sequência de dois jogos em casa. Vencer será obrigação. Considerando o resto da tabela, não conquistar 6 pontos nos próximos 9 disputados pode significar o rebaixamento.

SRN

---
RSS - Twitter - Facebook

terça-feira, 30 de setembro de 2014

[Pós-Jogo] Notas e melhores momentos de Atlético Paranaense 1 x 0 Corinthians - Arena da Baixada

Veja como foi a vitória do Furacão por 1 a 0 contra o Corinthians


Excelente atuação do sistema defensivo rubro-negro, que vinha muito mal nas últimas rodadas.


As notas dos jogadores atleticanos


Weverton 5 - Seguro para defender os poucos chutes do Corinthians na meta atleticana, inseguro em algumas saídas nos muitos cruzamentos da equipe paulista.

Sueliton 6 - Trabalhou boas jogadas ofensivas, pecou um pouco nos cruzamentos, regular na marcação.

Cleberson 6 - Acima de sua média, foi seguro nas bolas aereas, deu chutão quando necessário, muito bem.

Gustavo 5 - A única falha do sistema defensivo foi dele, deixando de cortar um bola relativamente fácil. Fez boas antecipações durante a partida.

Natanael 4 - Subiu pouco ao ataque, provavelmente orientado pelo treinador Claudinei, mas mesmo sem as subidas ao ataque, foi mal defensivamente, principalmente em lançamentos longos dos corinthianos em suas costas.

Deivid 8 - Um monstro em campo, com muitos desarmes e poucos erros de passe. Seus chutes, antes o pior se seus fundamentos, também tem melhorado. Volantes TEM que saber chutar bem.

Hernani 5 - Na média, com alguns bons desarmes, errou nos lançamentos e passes mais agudos.

Marcos Guilherme 4 - Muito correria, poucas jogadas criadas, várias bolas perdidas. Teve duas boas oportunidades em chutes de fora da área.

Marcelo 4 - Diversas oportunidades "do jeito que ele gosta", de frente para os zagueiros, em velocidade, mas sem sucesso na maioria delas. Conseguiu um ótima assistência, em cruzamento para uma cabeçada de Douglas Coutinho, que passou muito perto da trave.

Douglas Coutinho 5 - Foi, na partida, mais finalizador e menos "criador" ou "velocista". Atuação regular.

Cleo 7 - Conseguiu fazer bem o papel de pivô em algumas oportunidades, e teve todos os méritos da jogada do pênalti que sofreu e converteu.

Mosquito 3 - Pouco (pra não dizer "nada") fez.

Sidcley 4 - Entrou apagado, abaixo da sua média recente, quando tem entrado relativamente bem.

João Paulo - Sem nota.

SRN

---
RSS - Twitter - Facebook

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Contra Chapecoense, o Atlético Paranaense foi um time "nota 3"

Os gols da derrota por 3 a 0 do Atlético Paranaense em Chapecó



As notas dos jogadores do Furacão


Weverton 4 - falhou feio no primeiro gol do time catarinese, e teve atuação regular pra ruim no restante da partida.

Sueliton 3 - falhou feio no segundo gol da Chapecoense. Ofensivamente teve atuação apagada. Erra muitos passes.

Cleberson 3 - o mesmo de sempre, falhas durante toda a partida.

Gustavo 4 - atuação de regular para ruim, errando em saídas de bola, falhando junto com o sistema defensivo como um todo nos gols.

Willian Rocha 4 - buscou bastante o ataque, principalmente em jogadas aéreas, ainda não justifica a saída do esforçado Natanael.
Passes de Hernani.

Deivid 4 - regular.

Hernani 5 - foi a válvula de escape do time, teve bom aproveitamente nos passes, mas não tem qualidade para ser O responsável pela criação do time.

Bady 3 - participou menos do jogo do que devia, errando todas as tentativas mais agudas de passes ou lançamentos.

Marcos Guilherme 2 - muita correria, muita vontade, pouca qualidade de passe, pouco poder de decisão, arma mais contra-ataques que qualquer jogador do elenco. Teve a única boa chance do time, passando na fogueira para o preguiçoso Marcelo.

Marcelo 3 - preguiçoso e desanimado por uma transferência não realizada que ele via como certa, viu todos os seus "assistentes" saírem do clube. Está longe de ser o responsável pela fase horrível, mas pouco contribui para melhorá-la.

Mosquito 2 - precisa pensar seriamente em voltar a estudar.

Sidcley 5 - entrou com muita vontade, como em outros jogos, mas ainda não conseguiu mostrar resultado efetivo.

Lucas Olaza 1 - entrou, errou uns 4 passes, fim de jogo. Outro que precisa seriamente voltar a estudar.

Marco Damaceno 2 - partiu pra cima dos adversários umas 4 vezes, perdeu a bola as 4 vezes.

Claudinei 3 - pouco pode/consegue fazer com esse elenco.

Próximas rodadas e o risco de rebaixamento


Nas últimas 10 rodadas empatamos com Sport (f), Bahia (c) e Palmeiras (c); vencemos o fraco Vitória (c); e perdemos para Goiás (f), Santos (f), Cruzeiro (f), Grêmio (f), Internacional (c) e Chapecoense (f).

Nas próximas 3 rodadas enfrentaremos: Corinthians (c), Coritiba (f) e São Paulo (f).

Com o futebol "médio" apresentado pelo Furacão nas últimas dez partidas, a tendência natural é perder os três próximos jogos, o que provavelmente nos colocará na zona do rebaixamento.

Vamos esperar o que para contratar?

SRN

---

Leia também:

Um elenco simples que poderia fazer o Atlético disputar o G4
Análise do elenco atleticano de 2014 vs 2013

---
RSS - Twitter - Facebook

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Um elenco simples que poderia fazer o Atlético disputar o G4

everton atletico paranaense
Everton brilhou em 2013 no Atlético-PR
Após mais uma derrota com falhas individuais na defesa, fiquei imaginando o que o elenco do Atlético Paranaense precisaria para não passar sustos e, quem sabe, até disputar uma vaga no G4.

A resposta, na minha opinião, seria esse elenco:

Goleiros

Weverton, Santos, Rodolfo;

Laterais

Sueliton, Leo, Natanael, Willian Rocha;

Zagueiros

Manoel, Luis Alberto, Gustavo e Leo Pereira;

Volantes

Deivid, Bruno Silva, Hernani, Otávio, João Paulo, Zezinho;

Meias

Everton, Elias, Marcos Guilherme, Nathan, Bady;

Atacantes

Marcelo, Ederson, Dellatorre, Douglas Coutinho.


Com este elenco teríamos a garantia de um campeonato sem sustos, com pouco gasto a mais do que o atual. A única "venda não realizada" seria a de Ederson. Com mais uma ou duas contratações pontuais, de qualidade, disputar o G4 seria uma real possibilidade.

Se o problema é dinheiro, competência, ou mesmo convicção, não sei. Mas o fato é que a diretoria tem no "futebol" a menor das prioridades neste ano. A espera pela volta a Baixada já acabou, e a desculpa "muleta" da falta de recursos devido a Copa do Mundo deve continuar pelo menos até o ano que vem.

Ora, se faltam recursos e capacidade para contratar, que não se perca / descarte os valores já encontrados! Essa é a principal lição que o Atlético Paranaense deve levar para os próximos anos.

SRN

---
RSS - Twitter - Facebook

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Análise do elenco atleticano de 2014 vs 2013

Já são cinco partidas seguidas do Atlético Paranaense, pelo Campeonato Brasileiro 2014, sem vitórias. Toda a "gordura" conquistada no início do campeonato já foi gasta, e confirmando as avaliações óbvias do elenco atleticano, hoje estamos na disputa contra o rebaixamento.

Olhando para o time que estrará em campo na próxima rodada, a preocupação aumenta. O elenco é nitidamente mais fraco que o de 2013, que segundo o próprio presidente Mario Celso Petraglia, foi montado para não cair.

Visando entender melhor o momento do time, coloco "na ponta do lápis" quatro times diferentes, de 2014 e 2013, para avaliar a queda de qualidade.

Melhor momento do Atlético Paranaense em 2013
flamengo maracana
[Foto: Ricardo Ramos / Gazeta Press]


Time titular: Weverton 8, Leo 5, Manoel 9, Luis Alberto 6, Pedro Botelho 5, Bruno Silva 6, João Paulo 4, Paulo Baier 7, Everton 8, Marcelo 8, Ederson 7.
Reservas importantes: Deivid 4, Zezinho 5, Fran Merida 5, Elias 6, Dellatorre 6, Roger 4.
Elenco nota 6.1

Último jogo do Atlético, contra o Vasco, em 2013


Time titular: Weverton 8, Leo 5, Manoel 9, Luis Alberto 6, Maranhão 3, Deivid 4, João Paulo 4, Paulo Baier 7, Everton 8, Marcelo 8, Ederson 7.
Reservas que entraram: Juninho 2, Zezinho 5, Felipe 5.
Elenco nota 5.7

Time titular do Furacão em 2014
atletiba maringa
[Foto: furacao.com/Joka Madruga]


Time titular: Weverton 8, Sueliton 6, Cleberson 3, Leo Pereira 3, Natanael 7, Deivid 4, João Paulo 4, Nathan 5, Marcos Guilherme 6, Marcelo 6, Cleo 5.
Reservas importantes: Otávio 4, Bady 4, Dellatorre 6, Douglas Coutinho 7.
Elenco nota 5.2


Provável time que iniciará a partida contra o Grêmio nesta quarta-feira (10 de setembro)


Time titular: Weverton 8, Mario Sergio 4, Cleberson 3, Willian Rocha 4, Natanael 7, Deivid 4, Paulinho Dias 3, Nathan 5, Marcos Guilherme 6, Marcelo 6, Dellatorre 6.
Reservas que podem entrar: Bady 4, Carlos Alberto ?, Mosquito 4.
Elenco nota 4.9

Conclusões


O elenco manteve qualidade no gol, aumentou de qualidade nas laterais e perdeu qualidade em todos os outros setores, inclusive no ataque, já que Marcelo caiu muito de rendimento.

Considerando a "escolha" da diretoria de disputar o Campeonato Brasileiro 2014 para não cair, a proposta de manter um elenco jovem é louvável. Mas a perda de jogadores importantes, como Manoel e Everton, deixou uma "lacuna técnica" muito grande no elenco, e faltou reposição.

Também é curioso pensar que "apenas" mantendo alguns dos bons jogadores que foram dispensados (por diversos motivos) provavelmente estaríamos em situação mais tranquila. Jogadores como Manoel, Luis Alberto, Bruno Silva, Zezinho, Elias, Everton e Ederson elevariam o nível do elenco consideravelmente.

Mesmo assim, a gordura conquistada no início do campeonato foi grande para as pretensões do clube neste ano, e vencendo as partidas contra os times considerados mais fracos podemos ter um campeonato "sem susto". Assim, em 2015, essa base de jogadores jovens pode fazer a diferença positivamente.

SRN

domingo, 7 de setembro de 2014

[Pós-Jogo] Atlético Paranaense 1 x 1 Palmeiras - Arena da Baixada

Notas e avaliação dos jogadores do Atlético Paranaense


Weverton - nota 5

Fez duas boas defesas, saiu mal em duas oportunidades.

Mario Sergio - nota 4

O lateral precisa ser orientado, não faz UMA jogada de linha de fundo mesmo com a jogada desenhada para isso. Participa bastante do jogo, mas sempre corta para o meio, normalmente adiantando demais a bola e criando contra-ataque para o adversário. No final, acertou o passe para a bola do jogo, que Marcos Guilherme desperdiçou.

Cleberson - nota 5

Não comprometeu.

Drausio - nota 4

Quase comprometeu, saiu machucado.

Natanael - nota 5

Tímido do primeiro tempo. Já no segundo, cresceu com a expulsão do jogador do Palmeiras.

Deivid - nota 5

Depois de um bom primeiro tempo, no segundo, depois do adversário ficar com 10 em campo, caiu de rendimento, já que o time passou a depender dele para passes longo, um de seus piores fundamentos.

João Paulo - nota 6

Foi regular enquanto esteve em campo, sendo a principal peça de criação para o time, que pouco criou. Fez dois ótimos lançamentos para Marcelo (a única jogada do time).

Nathan - nota 6

Precisa ganhar jogadas decisivas. Como coadjuvante vai bem, com qualidade no passe e visão de jogo. Mas na hora do último drible, do último passe, e do chute a gol... falta muito.

Marcos Guilherme - nota 2

Corre muito, tem espírito de luta. Mas parece sempre estar mal posicionado, sempre correndo atrás da bola. Perdeu bolas no meio muito perigosas, criando contra-ataques para o Palmeiras. E teve a bola do jogo, isolado por cima do gol.

Marcelo - nota 2

Sonolento, quase parando. Tem voltando muito pra marcar, provavelmente a pedido dos treinadores. Em uma dessas acabou fazendo um pênalti tosco.

Dellatorre - nota 7

Melhor jogador em campo neste empate. Correu muito, lutou em todas as jogadas, como pivô, como ponta, se movimentando bem pelo ataque. Perdeu o gol pra depois fazer de calcanhar, no mesmo lance. O jogador que era uma boa opção em 2013 passa a ser a melhor opção em 2014, pra pensar.

Willian Rocha - nota 2

Um desastre, entrou e no primeiro lance "deu o gol" para o Palmeiras. Sorte que o atacante perdeu. Na sequência manteve a média baixa, errando praticamente todos os lançamentos que tentou, alguns fáceis.

Paulinho Dias - nota 3

Entrou, tocou a bola 487 vezes para trás e para o lado, fim de jogo.

Bady - nota 5

Entrou, se movimentou bem, chutou uma bola fraca pro gol, fim de jogo.

Melhores momentos do empate Atlético Paranaense 1 x 1 Palmeiras



SRN

---
RSS - Twitter - Facebook

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Reinauguração da Arena da Baixada - Notas dos jogadores

arena da baixada
Foto: Marco Oliveira / Site Oficial

Notas e avaliações de cada jogador do Atlético Paranaense


Weverton - nota 8

Fez uma defesa sensacional num contra-ataque que poderia matar o jogo no primeiro tempo.

Mario Sérgio - nota 4

Muita, muita, muita vontade... Pouco, pouco, pouquíssima qualidade...

Cleberson - nota 4

Não comprometeu.

Drausio - nota 3

Quase comprometeu.

Natanael - nota 5

Abaixo da sua média, que é alta, fez jogo regular.

Deivid - nota 9

Melhor jogo que já vi de Deivid, fez até gol.

João Paulo - nota 6

Foi o único jogador do Atlético que arriscou passes longos e incisivos, acertou boa parte deles. Também fez um desarme sensacional no começo do jogo que gerou lance de perigo.

Nathan - nota 5

Pareceu uma enceradeira. Criou uma chance ótima de gol.

Marcos Guilherme - nota 6

"Motorzinho" do time, mas ainda falta algo ao garoto.

Marcelo - nota 5

Fez um "gol feito", perdeu outro "gol feito", criou algumas jogadas, jogou melhor do que vem jogando.

Cleo - nota 3

Perdeu um "gol feito", saiu machucado.

Mosquito - nota 2

Entrou, fez 487 faltas estúpidas, fim de jogo.

Dellatorre - nota 5

Continua sendo um bom reserva. Boa opção pra ter no elenco.

Paulinho Dias - nota 6

Entrou, fez a jogada do segundo gol, deu uns 5 passes bizonhos pra trás, fim de jogo.

Voltamos pra casa, voltamos pra Baixada


Jogo, time, campeonato, tudo a parte... o importante ontem foi a volta pra casa. Baixada, estamos de volta!

reinauguração baixada 2014

reinauguração baixada 2014





SRN

---
RSS - Twitter - Facebook

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

[Pós-Jogo] Goiás 3 x 1 Atlético Paranaense - Serra Dourada

Mais uma derrota. Agora somos a pior defesa do campeonato em número de gols sofridos. O ataque também parou de funcionar.

Contra o Goiás, o Atlético Paranaense foi um amontoado no primeiro tempo.

Com Marcos Guilherme, correndo como um louco. Como corre o garoto, mas completamente perdido no gigante campo do Serra Dourada.

Com Marcelo, mais preguiçoso que jogador com salário atrasado querendo derrubar treinador.

Com Paulinho Dias, que de 10 passes que tenta, 9 são pra trás, e ainda consegue errar uns 5.

Com Natanael e Sueliton sendo as únicas válvulas de escape do time. E quando atacam ninguém cobre o contra-ataque. É perigo certo.

Com Deivid.

Com Cleberson.

Com Drausio.

Que a volta da torcida inspire uma qualidade já esquecida lá no primeiro semestre.

Que São Nowak nos proteja.

Melhores Momentos da derrota



Notas dos jogadores do Atlético-PR


Weverton - nota 3
Sueliton - nota 5
Cleberson - nota 2
Drausio - nota 2
Natanael - nota 5
Deivid - nota 4
Otávio - nota 3
Paulinho Dias - nota 0
Marcos Guilherme - nota 3
Marcelo - nota 3
Cleo - nota 5
Douglas Coutinho - nota 5

SRN

---
RSS - Twitter - Facebook

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

[Pós-Jogo] América-RN 3 x 0 Atlético Paranaense - Arena da Dunas

treinador atletico pr
Leandro Ávila segue como interino.
Um vexame! Não tem como descrever a derrota de ontem de forma diferente.

O primeiro tempo


O início de hoje foi aberto, com chances para os dois lados, até os 39 minutos de jogo.

O Atlético "criou" suas chances essencialmente em jogadas divididas. Marcelo, Marcos Guilherme e Douglas Coutinho, na base da raça, ganharam as jogadas se aproveitando da fragilidade técnica adversária. Mas na hora do passe e/ou chute faltou precisão.

Se o ataque melhorou criando algumas boas chances, o setor defesensivo conseguiu ficar pior. Menos protegido, com os 4 jogadores de ataque ajudando menos na marcação do que nos jogos anteriores, o setor defensivo ficou diversas vezes em menor número que o adversário, em contra-ataques que sempre levaram perigo ao gol de Weverton.

O segundo tempo


Com 2 a 0, quem atacava não marcava mais, e no desespero a pouca precisão nos passes desepareceu de vez...

A defesa ficou ainda mais exposta, e as alterações pouco ajudaram, até atrapalharam o time...

Um verdadeiro vexame, contra um time tão fraco quanto o Bahia...

Lances do jogo



Notas do Atlético-PR


Weverton - nota 5
Sueliton - nota 4
Cleberson - nota 2
Leo Pereira - nota 3
Natanael - nota 5
Deivid - nota 3
Otávio - nota 3
Marcos Guilherme - nota 2
Nathan - nota 2
Marcelo - nota 4
Douglas Coutinho - nota 5

SRN

---
RSS - Twitter - Facebook

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

[Pós-Jogo] Atlético Paranaense 0 x 0 Bahia - Arena da Baixada

O "jogo"


Um dos piores, talvez o pior, jogo que já assisti de Série A.

Lembrei daquele "Atlético Paranaense 0 vs 0 Goiás", no Carangueijão, pela Série B de 2012.

Qual foi pior?

Aquele foi "longe" de casa, e com um gramado vergonhoso, era Série B.

Neste "Atlético Paranaense 0 vs 0 Bahia" o gramado era bom, o estádio estava vazio, e os times eram de Série A.

Tecnicamente um show de horrores;

Taticamente uma zona nos dois lados;

Horrível! Tão ruim que Doriva caiu...

Fiquei pensando também no gol perdido de Bruno Mendes... inacreditável!

Mas cheguei a conclusão que estranho seria se a "cria" do Garani marcasse aquele gol... ruim demais!

Piores momentos


Notas da várzea


Weverton - nota 5
Sueliton - nota 3
Drausio - nota 3
Cleberson - nota 3
Natanael - nota 5
Deivid - nota 3
João Paulo - nota 4
Bady - nota 0
Marcos Guilherme - nota 3
Marcelo - nota 4
Cleo - nota 3
Douglas Coutinho - nota 3
Otávio - S/N
Bruno Mendes - nota 0

SRN

---
RSS - Twitter - Facebook

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Pós-Jogo - Sport 1 x 1 Atlético Paranaense - Ilha do Retiro

Resumo de Sport 1 vs 1 Atlético Paranaense


Jogo feio, com o goleiro Weverton sendo o único destaque do time. Precisa dizer mais alguma coisa?

Empate ficou de bom tamanho!

Os gols




As notas


Weverton - Nota 8
Sueliton - Nota 5
Cleberson - Nota 5
Leo Pereira - Nota 5
Natanael - Nota 5
Deivid - Nota 5
João Paulo - Nota 3
Bady - Nota 4
Marcos Guilherme - Nota 4
Marcelo - Nota 3
Cleo - Nota 4
Otávio - Nota 5
Douglas Coutinho - Nota 4
Dellatorre - 4
Doriva - 5

Entrevistas pós-jogo de Doriva, Cleberson e Natanael.







SRN

---
RSS - Twitter - Facebook

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Pós-Jogo - Atlético Paranaense 2 x 0 Botafogo - Arena da Baixada

Melhores momentos de Atlético Paranaense 2 x 0 Botafogo


Início de jogo foi similar as duas derrotas anteriores do Furacão, contra Fluminense e Atlético-MG. Mesmo jogando com 4 jogadores no meio, como pedia a maioria dos torcedores, o Atlético não conseguiu dominar o setor na primeira metade do primeiro tempo.

Na segunda metade da primeira etapa as coisas se equilibraram, com Bady participando mais do jogo, Cleo fazendo muito bem o papel de pivô, e Natanael subindo bem para ajudar na criação. O Atlético passou a ter as melhores ações ofensivas, mas sem grande volume. Essa melhora foi coroada com o gol de Cleo no último lance do primeiro tempo: um belo cruzamento de Natanael para uma ótima antecipação do atacante pra cima do zagueiro Dória.

O segundo tempo começou com o Botafogo completamente aberto, e com o Atlético pronto para matar o jogo no contra-ataque. Mas com a tarde ruim de Marcos Guilherme e Marcelo o time não soube aproveitar as várias chances de contra-ataque rápido que teve.

Doriva mexeu com o que tinha, colocando Otávio, Douglas Coutinho e Paulinho Dias nos lugares de Bady, Cleo e Marcelo, respectivamente.

Otávio e Douglas Coutinho entraram bem e o segundo novamente decidiu a partida, com nova assistência de Natanael.





Câmera da TVCAP

Destaques do jogo


Cleberson novamente fez partida fraca, errando muito em fundamentos básicos como passe e domínio, dentro da área de defesa, sempre complicando em lances fáceis;
Natanael foi bipolar, o melhor do jogo atacando, mas errando demais na defesa;
Cleo foi impecável em seu papel dentro do time, ganhando praticamente todas as disputas como pivô e se antecipando bem para cabecear, uma vez para a defesa de Jefferson e outra para marcar o gol;

Notas Atlético-PR


Weverton - Nota 6
Mario Sergio - Nota 5
Cleberson - Nota 3
Leo Pereira - Nota 5
Natanael - Nota 7.5
Deivid - Nota 5
João Paulo - Nota 4
Bady - Nota 5
Marcos Guilherme - Nota 4
Marcelo - Nota 3
Cleo - Nota 7
Otávio - Nota 6
Douglas Coutinho - Nota 7
Paulinho Dias - S/N

Entrevistas pós-jogo

Goleiro Weverton, mais uma vez destaque da partida,

Doriva mudou o esquema do time para a partida de hoje.



SRN

---
RSS - Twitter - Facebook

terça-feira, 29 de julho de 2014

O bom senso contra o "sistema", já escolheu seu lado? Eu já!

Nunca foi tão claro para ver qual é o caminho correto para o futebol brasileiro no que diz respeito a gestão. Vamos pressionar para ter chance de mudar.

Reproduzo aqui, na íntegra, a carta aberta de Paulo André se posicionando contra a aprovação da LRFE no formato que está.

bom senso fc
Paulo André, integrante do
 Bom Senso FC.
"Por Paulo André, do Bom Senso FC.

Vou explicar porque sou CONTRA o projeto de lei de responsabilidade fiscal do esporte que propõe parcelar a dívida dos clubes. Do jeito que está, ele exige apenas a apresentação da CND (Certidão Negativa de Débito), uma vez por ano, como garantia “inquestionável” de uma gestão transparente no futebol nacional. Isso é uma vergonha e justifica o desespero dos dirigentes e a pressão da “bancada da bola” para aprová-lo urgentemente, como ficou claro na última sexta feira, quando os presidentes de clubes se encontraram com a Presidente Dilma.

Além disso, dói só de pensar que mais de R$ 4 bilhões sumiram no futebol e nenhuma alma será punida (exceção aos torcedores que são punidos diariamente por verem seus times capengando por aí). No caso específico dos débitos de que trata a LRFE, se o Governo aceitar parcelar a dívida, os dirigentes que cometeram irregularidades não mais poderão ser acionados por crime de apropriação indébita. Traduzindo burramente, se alguém deve dinheiro ao banco e a entidade, sabendo da dificuldade do devedor em quitar a dívida, resolver parcela-la, assunto encerrado. Basta a pessoa cumprir as condições propostas e o pagamento em dia que ninguém poderá acusá-la posteriormente.

Então é essa a discussão que você precisa entender.

Se o Congresso Nacional e a Presidente Dilma, que representam o povo nesse debate, optarem por tomar o caminho de parcelar a dívida e consequentemente isentar os dirigentes pela infração, que a decisão seja tomada pela certeza da GARANTIA de contrapartidas claras e severas, cuja fiscalização seja eficaz e a punição aos clubes e aos dirigentes seja direta.

Não caiam no papo do Sr. Vilson de Andrade, espertalhão, que diz que eles (dirigentes de clubes) defendem uma punição mais dura do que a que propõe o Bom Senso. “90% da proposta deles (jogadores) está incluída na dos clubes. Eles falam em perda de pontos, nós falamos em rebaixamento. Essa é a grande diferença”, disse, com gigantesca cara de pau, o atual presidente do Coritiba. Ele sabe que, do jeito que está, a LRFE não punirá ninguém. Dizer que há severidade em apresentar a CND uma vez por ano para garantir que os clubes que não pagarem em dia as parcelas do “financiamento” sejam rebaixados de divisão é coisa de quem está mal intencionado. E achar que isso é suficiente para moralizar o futebol brasileiro é uma ofensa à inteligência alheia.

Sr. Vilson, cadê o controle de déficit sob pena de punição esportiva? Cadê a garantia do cumprimento dos contratos de trabalho sob pena de punição esportiva? Cadê o limite do custo futebol sob pena de punição esportiva? Cadê a padronização das demonstrações financeiras e a reavaliação do endividamento sob pena de punição esportiva? Cadê o parcelamento da dívida trabalhista já transitada sob pena de punição esportiva? (Desculpe os termos técnicos mas são cinco pontos imprescindíveis, propostos pelo Bom Senso F.C e ausentes no projeto dos clubes).

Ora, chega de enrolação! Tratemos o assunto com a seriedade com que ele deve ser tratado. Vocês são presidentes de clubes de futebol, não estão acima do bem e do mal!

Então, amigo, Secretário do Ministério do Esporte, Toninho Nascimento, temos que correr para quê? “Tem clube que não chega ao final do ano se esse projeto não for aprovado”, disse ele. E daí? Há clubes que estão há sei lá quantos anos se apropriando do IR e INSS de atletas, usando esse dinheiro “sujo” para contratar mais jogadores e aumentar suas dívidas à espera do “perdão” do Governo e somos nós que temos que correr? O clube escocês do Glasgow Rangers, mais vezes campeão nacional no planeta, quebrou, recomeçou na quarta divisão e sua torcida não o abandonou por isso. O Napoli, a Fiorentina e o Racing também.

Se querem moralizar, façam direito. Parem de correr e pensem. Não é isso que se pede aos jogadores “brucutus”? Estamos tratando com alguns dirigentes “brucutus” então chegou a nossa vez de lhes pedir: Parem de correr e pensem. Será que vale tudo nesta terra de ninguém? É preciso restringir a possibilidade de erro, de corrupção e defender melhores práticas de gestão que refletirão diretamente na qualidade do produto final, dos clubes e do espetáculo do futebol brasileiro.

A Presidente e o Congresso Nacional estão entre a cruz e a espada: Ou se apoiam numa possível benção do voto do torcedor apaixonado (desprovido de razão) e deixam passar tudo como está (inclusive via MP – um absurdo), ou se aproveitam da maior oportunidade de se reformar e de se modernizar o futebol brasileiro, optando por incluir as emendas levantadas pelo Bom Senso à LRFE para garantir de verdade uma gestão melhor e mais transparente no nosso futebol. Esta decisão deverá sair esta semana e nós acompanharemos de perto para saber quem está jogando para quem. Que cada um escolha o seu lado, porque o meu, já escolhi."


SRN

---
RSS - Twitter - Facebook

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Pós-Jogo - Atlético Paranaense 0 x 3 Fluminense - Arena da Baixada

Melhores momentos de Atlético Paranaense 0 x 3 Fluminense


O primeiro tempo foi de total domínio do Fluminense. O Atlético parecia ter 2 a menos em campo, com um meio campo vazio e 3 atacantes na frente que não conseguiam, sozinhos, armar um contra-ataque.

Doriva arriscou manter o esquema que deu certo contra Flamengo (segundo tempo) e Criciúma, num 4-3-3 buscando os contra-ataques rápidos com Douglas Coutinho, Marcelo e Marcos Guilherme. O problema de manter esse esquema contra um time qualificado foi antecipado por vários torcedores: as falhas do sistema defensivo ficaram mais evidentes, e o bom sistema ofensivo sofreu muito mais para criar jogadas perigosas.

O Fluminense tem elenco para disputar o campeonato no G4, talvez brigando pelo título. Controlou a maior parte da partida com facilidade, com jogadores "sobrando" na área em trocavam passes (meio-campo), e contando com falhas individuais até previsíveis do nosso sistema defensivo.


Destaques do jogo


Doriva foi o destaque negativo do jogo, o 4-3-3 não deu certo e ele demorou para mexer no sistema, mesmo que buscando o ataque sempre, o que é louvável;
Leo Pereira vinha de jogos horríveis e numa derrota de 3 a 0 até que foi bem;
Cleberson conseguiu perder duas jogadas que criaram perigo contra nós, com a bola "dominada" (com ele a bola nunca está completamente dominada) em menos de 2 minutos;
Sueliton apoia bem, mas nos 3 jogos pós-Copa, as principais jogadas dos rivais saíram do seu setor, problema para Doriva resolver;
Deivid "gastou" os passes certos contra o Criciúma. Contra o Fluminense errou TUDO.

Notas Atlético-PR


Weverton - Nota 4.5
Sueliton - Nota 4
Cleberson - Nota 2
Leo Pereira - Nota 6
Natanael - Nota 5
Deivid - Nota 3
Otávio - Nota 4
Marcos Guilherme - Nota 6
Douglas Coutinho - Nota 4
Marcelo - Nota 5
Ederson - Nota 3
Mosquito - Nota 5
Bady - Nota 5
Delatorre - Nota 5.5

SRN

---
RSS - Twitter - Facebook

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Pós-Jogo - Atlético Paranaense vence Flamengo pelo Brasileiro 2014

Atlético Paranaense vence Flamengo em Macaé



Destaques do jogo


  1. Weverton foi pouco exigido durante a partida, e quando foi bombardeado, no final da partida, pegou tudo;
  2. A dupla de zaga Cleberson e Leo Pereira transpirou inexperiência. Cheios de boas intenções, tentaram sair jogando com uma qualidade que (ainda) não tem, com isso as trapalhadas foram constantes, "criando" diversas chances para o Flamengo;
  3. Nas laterais temos ótimos titulares, a cada dia melhores. Sueliton foi muito bem. Já o reserva Lucas Olaza é sem sal;
  4. Derley definitivamente só jogou pois Deivid estava suspenso;
  5. Otávio busca sempre o melhor passe possível na jogada, isso é ótimo. Mas ele parece esquecer do adversário o marcando e perde muitas bolas no meio-campo, normalmente gerando contra-ataque adversário;
  6. No meio temos opções interessantes e com alternativas diferentes para o treinador, o que significa que Doriva pode mudar o time do meio pra frente conforme o adversário, mantendo o nível técnico;
  7. Marcos Guilherme parece não cansar nunca;
  8. Marcelo Cirino entrou e sobrou, o seu anúncio de "fica" é mais importante que qualquer outra contratação;
  9. Dentro de campo, Douglas Coutinho parece "um Marcelo" em formação;
  10. Doriva armou e escalou o time da melhor maneira possível com o elenco que temos. Animador.


Notas

Weverton - 7.5
Sueliton - 8
Cleberson - 5
Leo Pereira - 3
Lucas Olaza - 4
Derley - 4
Otávio - 5
Marcos Guilherme - 5.5
Bady - 5.5
Douglas Coutinho - 7.5
Ederson - 7
Marcelo - 6
João Paulo - 6
Paulinho Dias - s/n

SRN


---
RSS - Twitter - Facebook

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Pré-jogo Flamengo e Atlético Paranaense no Estádio Moacyrzão em Macaé-RJ

[Foto: Site oficla do Atlético-PR]
Furacão do Blog do Furacão

4-2-3-1 - Weverton; Sueliton, Drausio, Léo Pereira, Lucas Olaza; Otávio, João Paulo; Bady, Nathan, Marcos Guilherme; Ederson.

Durante a partida

Marcelo como segundo atacante ou meia-direita;

Mosquito como centro-avante ou segundo atacante;

Cléo como centro-avante;

Douglas Coutinho como segundo atacante ou centro-avante;

Provável escalação

4-4-2 ou 4-2-3-1 - Weverton; Sueliton, Cleberson, Léo Pereira e Lucas Olaza; Derley, Otávio, Bady e Marcos Guilherme; Douglas Coutinho e Éderson

Palpite

Flamengo 1 vs 2 Atlético Paranaense

SRN
---
RSS - Twitter - Facebook

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Paulo André "clama" pela democratização da CBF.

Reproduzo aqui o texto de Paulo André, na íntegra, pela reformulação no futebol brasileiro.

"Para não parecer oportunista, apesar de estar lutando publicamente contra as mazelas do nosso futebol há um bom tempo, decidi não escrever sobre o jogo, os sete gols, a comissão técnica, etc.. O resultado da partida e a consequente eliminação do Brasil não alteram, em nada, a minha opinião sobre a crise existencial que arrasa o futebol brasileiro há mais de uma década. Porém, devo confessar que o título, se conquistado fosse, me assustaria na mesma medida de grandeza que me assustou esta impressionante derrota. No fim, a vitória (pela qual eu torci) também não influenciaria a minha análise, apesar de eu saber que passaria os próximos 10 anos falando às moscas, como faz, desde 2002, o meu querido amigo, visionário e fundador da Universidade do Futebol, Prof. Medina.

Nos últimos dois dias muito se falou, muito se escreveu e muito se criticou. O que só fez aumentar o meu temor com relação ao futuro. Digo isto porque este filme é uma cópia fidedigna do que aconteceu na derrota do Santos para o Barcelona, em 2011. Aquele jogo deixou a mesma péssima impressão, de homens jogando contra meninos; causou os mesmos óbvios questionamentos (exaustivamente mastigados pela crítica) e, promoveu uma tentativa de caça as bruxas, mudança de mentalidade e "evolução tática" que em nada resultou. O buraco é muito mais embaixo. Os que dirigem o futebol nacional não deram as caras, se esconderam em ambas oportunidades. Como de costume, evitaram e evitarão ao máximo falar sobre as propostas para o futuro pois não entendem bulhufas do que deve ser feito. Entendem de política, de se manter no poder, de explorar o futebol, de mamar nas tetas da vaca. E como disse o senhor José Maria Marin na primeira reunião do Bom Senso na CBF: “Posso afirmar que não temos nada a aprender com ninguém de fora, principalmente no futebol. Sempre tivemos os melhores do mundo no Brasil. Já vencemos cinco vezes a Copa”. 

Ninguém tem necessidade daquilo que desconhece. “Coitado”, ele e seus pares achavam que tudo ia muito bem e que o talento bruto resolveria a questão. Pior, nem fazem ideia de que a Seleção Brasileira é o menor, apenas a ponta do iceberg (incrível dizer isso depois de tomar de 7), dos problemas do nosso futebol. 

Devemos aceitar esta derrota como mais uma das muitas importantes lições (sociais e esportivas) que a Copa nos trouxe até aqui. Se a procura por um legado era apenas para justificar o excesso dos gastos públicos, agora passou a ser o último lampejo de dignidade. Então proponho uma solução ao caos, DEMOCRATIZEM A CBF e salvem o futebol brasileiro. 

Campeões, Bicampeões, Tricampeões, Tetracampeões, Pentacampeões, vocês que construíram o futebol brasileiro dentro de campo, estão convocados. Precisamos de vocês, precisamos ainda mais dos que já provaram sua capacidade fora de campo, gerindo, planejando, vivenciando o que há de melhor no futebol contemporâneo mundial. 

Zico, Tostão, Leonardo, Raí, Cafu, Juninho Pernambucano, Kaká, Ricardo Gomes, Roque Junior, Edmilson, Juninho Paulista, Vagner Mancini, Tite, Paulo Autuori e tantos outros, venham, passou da hora de discutirmos um plano de desenvolvimento nacional do futebol, de criarmos regras e licenças para capacitar os novos treinadores, de formarmos melhor as nossas jovens promessas, de desenvolvermos ou resgatarmos o estilo de jogo brasileiro, de protegermos as boas práticas de gestão, de punirmos os infratores, de trazermos as famílias de volta aos estádios de futebol, etc…

Se a CBF não promove esse debate, montemos a nossa Seleção fora dos gramados para desbancar a paralisia da entidade e desatar os nós das amarras políticas que impedem o desenvolvimento, a transparência e a democracia do nosso futebol. 

Não os queremos apenas para que deem a cara e tenham a imagem explorada, como aconteceu com alguns de nossos companheiros nos últimos anos. Queremos sua experiência, sua paixão pelo esporte, sua alma vencedora e incansável para concretizar mudanças significativas a longo prazo. Acadêmicos, cientistas, estudiosos também são bem vindos, o conhecimento de vocês é fundamental na construção de um novo rumo.

À imprensa e ao torcedor, digo: Não esperem milagres, não acreditem em soluções mágicas como uma simples troca de comissão técnica ou o aparecimento de um novo Neymar. Se o planejamento e o trabalho forem executados por pessoas competentes, apaixonadas e com conhecimento técnico em cada uma das diversas dimensões do futebol, ainda assim, levaremos pelo menos 10 anos para chegar lá. Uma caminhada de mil milhas começa com um simples primeiro passo. 

Abs,
PA"

Texto original na fanpage do jogador.

Sem mais!

SRN.

---
RSS - Twitter - Facebook

segunda-feira, 30 de junho de 2014

[Copa do Mundo 2014] Impressões e imagens de Austrália e Holanda, no Beiro-Rio.


Todos os estádios desta Copa do Mundo 2014, no Brasil, passam ótimas impressões.

Uns mais, outros menos.

Alguns pela beleza.

Alguns pelo tamanho.

Outros pela proximidade da torcida.

Outros pelo eco na hora dos hinos.

Consegui conhecer apenas dois, por enquanto: Arena da Baixada e Beira-Rio.

Sobre a Baixada já falei, mas insisto, ficará ainda mais incrível quando pronta, e com seus "moradores" oficiais: a torcida rubro-negra.

Quero falar agora do Estádio Beiro-Rio, que também ficou incrível.

Bonito e gigante por fora, com muitos acessos distribuindo bem o público na entrada, com corredores de acesso largos, cadeiras confortáveis, e pra minha surpresa, com ótima visão do campo, no primeiro anel.

No segundo anel, acredito que a visão comece a ficar prejudicada, como é comum em estádios ovais, mas não foi o caso da cadeira que fiquei.

Assistimos praticamente de camarote o golaço de Tim Cahill, da Austrália.

Olha o golaço do Tim Cahill!

Aliás, o jogo inteiro foi incrível, emocionante, valeu cada centavo (e foram muitos).

No mais, a cidade de Porto Alegre estava inteira mobilizada para o confronto, com direito a escolta e bloqueio de vias devido a presença de "gente importante" dos países envolvidos. O que obviamente deixou o trânsito caótico: uma hora e meia para chegar do aeroporto ao estádio, e o mesmo para voltar.

Já no aeroporto a situação foi tranquila com bastante espaço para assistir a eliminação da Espanha, foi só aguardar a hora do voo de volta.


Veja mais imagens do Estádio Beiro Rio na Fan Page do Blog do Furacão, e o vídeo do momento do hino da Holanda no Beira-Rio logo abaixo.




SRN

---
RSS - Twitter - Facebook

Intertemporada segue forte no CT do Caju

É tempo de Copa do Mundo, mas é legal ver que a inter-temporada está forte no CT do Caju.

Por isso vale divulgar aqui o trabalho bem feito da TVCAP cobrindo os treinamentos, disponível para o torcedor e imprensa, nos canais oficiais do Furacão.

Já teve jogo-treino contra o Metropolitano-SC, e pelos melhores momentos, Bady foi o cara na armação de jogadas, e Marcos Guilherme o meia que entra na área pra também marcar gols.

Pra mim, fica a esperança de ver a "meiuca" com Marcos Guilherme, Bady e Nathan jogando juntos, o que provavelmente só seria viável jogando num 4-2-3-1, com apenas um centro-avante centralizado.









E a novidade principal no grupo atleticano deve mesmo ser apenas o técnico Doriva, que fez excelente campanha no Campeonato Paulista 2014, pelo Ituano.



SRN

---
RSS - Twitter - Facebook

terça-feira, 17 de junho de 2014

[Vídeos] Ambiente divertido na partida entre Irã e Nigéria pela Copa do Mundo 2014

Ambiente do estádio


Pouco mais de 39 mil pessoas compraram ingressos para assistir o "pouco badalado" confronto entre Irã e Nigéria, pela primeira fase do Grupo F da Copa do Mundo 2014.

Como previsto o jogo foi fraco, mas a diversão foi garantida.

Torcedores das duas seleções marcaram presença em número até maior que o esperado por muitos, puxando gritos da torcida paranaense toda vez que algum ataque mais perigoso acontecia.

Além disso, o convívio pacífico entre as torcidas locais foi de dar esperança.

Tiração de sarro constante e sadia entre atleticanos, coxas-brancas e paranistas marcou o ambiente da inauguração oficial da Arena da Baixada.

Ambiente MUITO diferente de um campeonato Brasileiro, por exemplo.

O público é outro, a motivação é outra, mas é SIM possível resgatar esse ambiente para o futebol brasileiro.

Essas foram as minhas impressões.

Vídeos dos momentos pré-jogo


Entrada de Irã e Nigéria em campo



Hino do Irã



Hino da Nigéria



SRN

---
RSS - Twitter - Facebook

Irã vs Nigéria - Arena da Baixada - Curitiba

Imagens da Arena da Baixada na partida entre Irã e Nigéria.









---
RSS - Twitter - Facebook