terça-feira, 12 de junho de 2012

Carrasco caiu, e agora?


Inventou demais!

Acredito que manter o que Carrasco trouxe de bom seja o mais importante: a característica ofensiva do time, explorando os jogadores mais jovens.

Um Atlético que, mesmo jogando no contra-ataque, possa oferecer risco constante ao adversário, com muita criatividade e velocidade no meio, com atacantes que saibam jogar, lembrando os times que tivemos antes entre 1995 e 2004.

Pensando no longo prazo, isso deve ser implementado desde as categorias de base, visando a criação de meias e atacantes com habilidade. Chega de tiriças!

Mas pensando no curto (curtíssimo) prazo, a Série B está em andamento, e precisamos de um técnico que se se enquadre no que O CLUBE enxerga do futebol. E toda essa visão "ofensiva" deve ser mantida PELO CLUBE, e não pelos técnicos que aqui vem.

Dificilmente os treinadores duram nos clubes de futebol, e isso não é mais exclusividade dos clubes brasileiros. Diretorias mudam, com isso a visão sobre alguns detalhes do futebol mudam dentro do clube, e os técnicos acabam "pagando" por isso. Por outro lado, basta uma boa campanha para o técnico receber uma boa proposta e "abandonar o barco", como fez Carpegiani dois anos atrás. Enfim, técnicos vem e vão, por isso a filosofia de jogo tem que ser "incrustada" no clube.

Nomes

Estão falando em Estevam Soares, por favor né, NÃO!

Jorginho, ex-Portuguesa parece ser um nome razoável, e desempregado.

Caio Jr, imagino que seja mal visto por boa parte da torcida, mas eu gostei dos trabalhos dele no Paraná, Palmeiras e Flamengo, não dando certo mais por razões políticas do que por resultados.

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