segunda-feira, 9 de abril de 2012

Há limite pra tudo

Inventar pra que?
É perfeitamente aceitável que um técnico cobre de seus jogadores qualidade para "adaptação".

Um jogador de futebol não pode, e nem deve, cumprir apenas uma função tática dentro de um partida, e muitas vezes, por necessidade, em casos extremos de expulsão, final de jogo, ou coisa parecida, os jogadores acabam sendo improvisados.

É admirável a postura ofensiva que o técnico Carrasco vem aplicando no elenco atleticano. Jogar com 3 atacantes que trocam de posição durante a partida, algumas vezes com 3 meias que sabem armar, dependendo do adversário.

Mas também é fundamental para qualquer técnico de futebol saber usar da melhor forma possível as peças que possui no elenco.

Carrasco já deixou claro que gosta de jogar no 4-3-3, e também já mostrou que não vai mudar de esquema de jeito nenhum.

Mas há limite pra tudo.

Se não tem peças para seu "esquema" tem que mudá-lo!

Justificar a alteração bizonha (Manoel de centroavante) dizendo que "precisava de jogo aéreo" é tirar com a nossa cara, ou simplesmente burrice mesmo (fico com a segunda opção)!

E foi burro porque?

Colocar Manoel, nosso melhor zagueiro, no ataque, é enfraquecer (muito) o setor defensivo; perder posse de bola, já que não é a dele receber e fazer a parede; perder poder ofensivo, já que tirou Edigar Junio que vem evoluindo bem no ataque.

Como assim precisava de jogo aéreo? O Atlético ganhava por 1 a 0 do "Malutrom", que com certeza sairia mais para o jogo no segundo tempo, como o fez. Bastava MANTER o time que estava jogando, com Ricardinho, Furlan e Edigar Junio, na velocidade, faríamos e segundo e o terceiro rapidamente...

Ps.: Leandro "News" é um falastrão mesmo, afirmando que Carrasco menosprezou o time sem nome ao fazer essa bizarrice... Se enxergue Niehues!

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