segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Vitória do #SaiZica

Não dá pra dizer que fomos superiores, que fomos coroados com o gol depois de pressionar, ou coisa parecida.

Também não da pra dizer que jogamos mal, porque fomos bem contra o Santos, que na minha opinião tem o melhor ataque e o melhor técnico da competição.

Mas então como explicar a vitória?

Simples, a #zica foi embora, só pode ser isso!

Contra o Avaí, Vasco e Ceará, atacamos, contra-atacamos, ficamos cara-a-cara com o goleiro adversário, e NADA! Era a tal da #zica!

Só que ontem, na Arena, foi o contrário. A defesa de Renan seguida da bola na trave de Neymar comprovaram que nada podia tirar a vitória do Furacão, e olha que muita gente "qualificada" (e vários sentidos) tentou.

E a torcida fez bonito, mesmo com muita chuva.
[Foto: www.atleticoparanaense.com / Patricia Bahr]
Eles


Primeiro a qualidade legítima, na bola:

- Neymar joga muito. mesmo com Deivid fazendo vários desarmes no atacante, ele conseguiu ser um dos destaques da partida.
- Borges, baita atacante (eu mesmo sempre quis ele no Atlético), conseguiu dominar e fazer o pivô na maioria das bolas que recebeu, incluindo no gol.

E toda essa qualidade do time do Santos só valorizou mais ainda nossa vitória.

Mas agora vamos a "qualidade" do árbitro, da sacanagem mesmo. Marcelo de Lima Henrique, o calhorda que já avacalhou vários jogos do Furacão. E pesquisando um pouco percebi que ele só apita jogos entra o Atlético e times paulistas:

- São Paulo (Brasileiro 2009 - 1x0);
- Palmeiras (Copa do Brasil 2010 - 0x1);
- Corinthians (Brasileiro 2010 - 1x2);
- e agora Santos (Brasileiro 2011 - 3x2).

Todas atuações polêmicas, com critérios ridiculamente diferentes na mesma partida.

Mas é isso, dentro de casa temos que passar por cima da qualidade do adversário e da sacanagem dos árbitros.

Nós

Além de toda essa qualidade contra nós, a bola caiu nos pés (ou na cabeça) dos "abençoados" da noite nos momentos certos.

Cléber Santana driblou 3 tabelando com a poça d'água, e não perdeu; Manoel apareceu sozinho entre a zaga adversária, e não perdeu. E no final, um cruzamento meio torto, Edigar Junio só desvia e a bola vai caprichosamente pra cabeça de Marcinho, que num "peixinho" mata o "peixe". (perdão pela repetição e pelo plágio da ironia, mas é muito boa!)

Infelizmente não pude assistir o jogo in loco, pois não estava em Curitiba. Mas pelo som na televisão, a torcida me pareceu um pouco diferente das últimas rodadas. Mesmo depois do empate do Santos escutei várias vezes os gritos de incentivo, ainda que um pouco misturados às vaias para Paulinho. O importante foi que os incentivos predominaram, o que já é um baita avanço, pra um torcida que está ficando meio chata nessa "era dos sócios". (Pra quem estava no jogo, foi isso mesmo?)

Agora é comemorar essa vitória, pois jogamos no limite. Contra o Atlético-GO, se jogarmos como contra o Botafogo e Santos, podemos voltar com a vitória, basta não perder tantos gols como contra Avaí, Vasco e Ceará.

Melhor da partida


Cléber Santana - errou pouquíssimo; fez um golaço; organizou o meio; e não se escondeu.

Pior da partida


Paulinho - desastre na marcação; só cruzou da intermediária e errado, como sempre. Só é útil quando faz tabelas com ultrapassagem por trás da zaga, entrando na diagonal, por isso chegou a jogar bem com o Carpa, completando a segunda linha de quatro pela esquerda. E mesmo assim, costuma errar o alvo.


#VamosFuracão!

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