sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Falando "a língua dos jogadores" até os TRÊS volantes funcionam

E veio a primeira vitória fora de casa do Furacão.

Placar elástico, sem correr muitos riscos, matando o jogo no contra-ataque.

Faz algum tempo que venho dizendo que tenho saudades daquele Atlético dos contra-ataques que fez o clube aparecer pro Brasil de 1995 pra cá, e Renato Gaúcho parece estar resgatando aqueles times...

Não quero comparar nada, apenas estou lembrando de como é bom ter um time que preocupa o adversário pela velocidade, que empolga a torcida pela raça e vontade dentro de campo.

Ontem, contra o Dragão, o Atlético nitidamente "deu campo" para o adversário. El Morro, Madson e Marcinho marcavam literalmente encima da linha de meio campo, e quando um lateral subia, quem estava por ali acompanhava (por isso é complicado ter Branquinho como titular, ele não acompanha). Isso é disciplina tática.

E quando o Furacão roubava a bola (ou ganhava de presente... eita time fraco esse do Dragão) saia na velocidade, com Cléber Santana organizando/distribuindo, Kléberson subindo como "elemento surpresa", e os dois laterais apoiando.

É o "simples, o "feijão com arroz" funcionando perfeitamente, com muita dedicação da "boleirada"... e é nessa dedicação que fica evidente a diferença entre Renato e Adílson.

O ex-treinador escalava esse mesmo time (taticamente) com TRÊS volantes pra desespero da galera. Mas agora fica evidente que o problema não eram os TRÊS volantes, e sim a vontade da boleirada respeitar o "professô". Não estou dizendo que gostei do trabalho do Adilson, afinal esse respeito que ele não teve é obrigação dele mesmo, como técnico, conquistar... e aí aparecem os méritos do Renato.

Mas voltando ao jogo de ontem... e se tivéssemos um lateral esquerdo melhorzinho hein... seria uns 6 a 0. Paulinho até azarado é, quando acertou UM cruzamento, o juizão anulou o gol... Que beleza!

Melhor no Furacão:

- "Manél", não perdeu uma lá trás e fez o dele lá na frente.

Piores no Furacão:

- Paulinho, que só acertou um dos 15 mil cruzamentos que fez, e ainda é azarado.

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