segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Geninho já veio, agora é aproveitar o melhor dele

Eu, como praticamente todos os atleticanos, tenho gratidão eterna por Geninho, por tudo o que ele já fez aqui no Furacão. A conquista do título de 2001 e a permanência na Série A em 2008 são duas das maiores façanhas da história do Atlético.

Mas também como grande parte dos atleticanos, não acho que Geninho seja o técnico ideal para esse momento do CAP. E penso assim por acreditar que Geninho é técnico de "tiro curto", que pega um time já formado e motiva para o restante da competição, sem maiores mudanças táticas ou individuais.

Por isso acredito muito que seu trabalho trará ótimo resultado imediato, quem sabe até com um título Paranaense que parece improvável no momento, assim como pareciam improváveis as façanhas citadas acima.

A questão, pra mim, é: ... e depois?

Um campeonato Brasileiro com 38 rodadas, em pontos corridos, não parece ser o ponto forte de nosso treinador, então o jeito é focar na Copa do Brasil.

Aí podem falar: "ah, mas todo ano o objetivo é a Copa do Brasil, e sempre acaba em eliminação". Concordo. Mas não se pode negar que o elenco deste ano é mais forte, tem qualidade, principalmente ofensiva, e devidamente motivado, pode chegar longe num campeonato rápido, de tiro curto, como a Copa do Brasil.

O elenco rubro-negro deste ano tem bom poder ofensivo, com muitas alternativas. Adicione aí uma vontade louca de vencer com um mínimo de organização tática, e podemos chegar ao tão sonhado título nacional que ainda não temos.

Afinal, agora Geninho já veio, então agora é aproveitar o que de melhor ele tem a nos oferecer.

Ps.: Peço desculpas pelo longo tempo sem postar nada... espero que a galera rubro-negra (ou não) continue acessando aqui! Abraço!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Leandro Niehues insiste no erro: Clayton como segundo volante.

Depois da vitória de quinta debaixo de muita chuva, o Furacão venceu novamente numa partida "atípica".

De jogada bonita só o primeiro lance, no primeiro gol do Atlético, com passe de Branquinho, para o corta-luz de Nieto e a finalização de Clayton, 1 a 0 Furacão.

Depois, durante todo o primeiro tempo, só deu ACP, com direito a gol de empate.

No segundo tempo, a história foi parecida, mas com lançamentos de Paulo Baier e a boa fase de Nieto (na chuva), o Furacão venceu na individualidade, tomando ainda um pequeno sufoco no final da partida.

Clayton

O técnico Leandro Nieheus, que até foi bem nas substituições da partida anterior, insistiu no erro de entrar com Clayton como segundo volante.

O "Predador" não tem mais a capacidade de desarme necessária para um segundo volante, aliás, ele mal acompanha os meias adversários, a exemplo de Branquinho.

Pensando no ataque, Clayton tem sido muito útil, mas nesse esquema, jogando como segundo volante, deixa o time muito vulnerável. E com o meio ainda tendo Branquinho, em péssima fase, sem ajudar na marcação, o Atlético perdeu o meio-campo durante todo o primeiro tempo.

Mudanças de Leandro Nieheus

Na volta pra segunda etapa, o treinador interino resolveu tirar Branquinho (que realmente não jogava nada) e colocar Fransérgio. Na hora, pensei que funcionaria, afinal Fransérgio passaria a ser o segundo volante, preenchendo melhor o meio, e Clayton seria liberado pra armar junto com Paulo Baier.

Mas, pra minha surpresa (sim, eu ainda me surpreendo com as besteiras de Nieheus), Fransérgio entrou como terceiro zagueiro, abrindo um rombo ainda maior na meia-cancha rubro-negra.

Goleiro Sílvio

Aí o goleiro Sílvio trabalhou bastante, mesmo que de forma estabanada em algumas oportunidades, o goleiro estreante foi decisivo, fazendo algumas difíceis defesas, ainda mais num campo enlamaçado.

Merece mais algumas chances como titular.

Maestro e "auxiliar" técnico Paulo Baier

O gol do ACP parecia ser questão de tempo, quando Baier decidiu discutir a formação tática da equipe com o treinador interino. Após a discussão, Baier organizou praticamente uma preleção no centro do gramado.

Resultado: Fransergio avançou para segundo volante, Clayton e Baier ficaram mais recuados, apenas lançando bola para Wescley e Nieto.

Cinco minutos depois Baier lançou Nieto, que driblou o goleiro e sofreu um pênalti infantil, 2 a 1.

Logo depois, o Maestro sofreu falta, cobrou, o goleiro deu rebote duas vezes e a bola sobrou para Nieto marcar o terceiro.

Maestro Paulo Baier decidindo novamente.

Gols da partida



Chuva forte e rápida deixou o gramado em condições horríveis



Saudações rubro-negras.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Com Baier driblando até poças d'água, Furacão vence debaixo de um dilúvio.

Ontem não pude ir a Baixada.

Não vi nada do primeiro tempo, que segundo o camarada @lucaskalache, foi sofrível de se assistir.

No segundo tempo deu pra acompanhar metade pelo rádio, a caminho de casa, e o final pela televisão.

E mesmo com os avisos dos comentaristas da rádio sobre a forte chuva, além de ter enfrentado a mesma no trânsito, me surpreendi com a quantidade de água no gramado da Arena ao chegar em frente a televisão.

Nessas condições de jogo não tem como se avaliar tática alguma, então acaba sendo na base da vontade e da inteligência do jogador. E na combinação desses quesitos ninguém bate Paulo Baier.

Enquanto todos os jogadores estavam tomando de 10 a 0 contra as poças d'água, Baier tratou de driblá-la. Coisas que parecem obvias com o campo nestas situações, como não carregar a bola, chutas a gol, forçar bolas na área, parecem fáceis falando. Mas e até chegar em frente a área, ou na linha de fundo, pra executar as jogadas de perigo? Deixa que o "Maestro" resolve.

Baier dominava e distribuía, aproveitando os 3 atacantes que estavam em campo. (e aí méritos pra Leandro Niehues, que deixou Lucas, Nieto e Wescley em campo)

E quando ninguém apareceu pra receber, o Maestro pensou "ah, quer saber, vou carregar a bola nesse campo mesmo". Paulo Baier dominou no campo de defesa, driblou uma poça, na base do "totozinho" driblou um... dois... três adversários, chegou na frente da área, pra chutar, mas aí pensou novamente "com o campo nesse estado com a bola no chão não vai dar certo", então, ainda em alta velocidade, levantou a pelota com mais um "totozinho", ajeitou com duas "embaixadinhas" e meteu a bola pro gol... GOLAÇO!!!

Ps.: Pra você que viu a partida, não conte a ninguém que no lance sensacional de Paulo Baier a pelota não entrou, pois esse lance merecia um gol, fica mais bonito assim! :)

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Como não assisti a partida toda, segue aqui alguns comentários da galera que viu, dos otimistas aos desconfiados:

...do otimista Blog da Baixada: Vitória no dilúvio;

...passando pelo realista Rodrigo Abud, da Furacao.com: Conclusões de um temporal;

...chegando na desconfiança de Barilcka, no site Herdeiros da Baixada: Chuva de Ilusões.

E também veja os gols:



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E PARABÉNS pra minha "maninha", que ontem se formou em Marketing!

Muito sucesso Má, você merece!

Beijão!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O Xaropinho voltou, e eu aprovo!

A repercussão já é grande, e promete ser ainda maior. Pensando no time, no elenco, no futebol, é quase unanimidade que o empréstimo é bom. Já fora de campo, uns falam que é boa jogada de Marketing, outros falam que é um erro enorme da diretoria.

O site oficial do Atlético não divulgou valores, salário ou mesmo qualquer detalhe sobre a negociação, então prefiro pensar mais nas coisas boas que Kleberson pode trazer pro Furacão, dentro de campo.

Desde a saída de Chico, que vivia ótima fase no Furacão, o elenco estava carente da posição de segundo volante. Foram diversas tentativas para suprir essa carência.

Jogamos com apenas um volante, com Baier fazendo uma espécie de segundo volante, com dois volantes de marcação, e por fim com Clayton, que ofensivamente foi bem, mas não tem condições de marcar.

E é justamente nesse ponto a minha dúvida. O Kleberson que saiu do Atlético pra disputar a Copa do Mundo de 2002 era segundo volante, definitivamente, tanto que jogou assim também na seleção. Mas com o tempo foi sendo deslocado mais para a meia.

Então será que o Kleberson de hoje ainda pode atuar nessa função e render bem? Eu acredito que sim!

Outro porém é "as lesões", que o atrapalharam bastante em sua passagem pelo Flamengo. Por isso é importante prepará-lo bem antes da estreia.

Colocando tudo isso na balança de "prós e contras", acho que a qualidade técnica que o Xaropinho vai adicionar no elenco rubro-negro compensa os possíveis "poréns", e considero uma ótima contratação.

Voltando um pouco as condições financeiras da negociação, alguns torcedores estão reclamando pois acham o jogador já velho, em final de careira. Outros reclamam que o Atlético está fazendo outro empréstimo, e vai perder o jogador no final do ano...

Mas se o jogador está na fase final da carreira, não é muito melhor aproveitá-lo enquanto ainda joga bem por um ano inteiro e depois deixá-lo seguir sua vida sem vínculo de salário com o clube?

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

O que tirar da humilhação sobre o Paraná?

Primeiro, os gols:



Agora me diga, deu pena do Paraná, não deu? Ontem, a música da noite por parte da torcida atleticana resume bem o futuro do tricolor paranaense, caso uma "revolução" não aconteça pelos lados da Vila: "Ahhhhh, o Paraná vai acabar, o Paraná vai acabar, o Paraná vai acabaaaaaar-aaaaaaar..."

E por causa dessa fragilidade do adversário, é importante que não se crie euforia sobre a goleada de ontem.

A vitória foi bonita, lavou a alma, sim. Mas, dessa vitória, é mais importante do que nunca, analisarmos mais os erros do que os acertos. Isso porque os "acertos", as qualidades do time atleticano na partida, foram todas previsíveis.

Maestro foi o melhor em campo.
O que de bom aconteceu

Começando por Paulo Baier, que foi disparado o melhor em campo, mas diante da fraca e distante marcação do Paraná, alguém pensou que não seria?

Madson também foi estupendo, jogou demais, correu os 90 minutos, meteu gol, sofreu pênalti. Mas como Baier, alguém esperava algo diferente?

O que dizer do ataque, que mesmo não tendo um partida excepcional de Lucas ou Wescley, foi bem, lutou, ganhou faltas, finalizou a gol. Mas contra o Paraná, poderia ser diferente?

Por essas facilidades na partida, acho mais importante então lembrar dos pontos... não negativos, mas preocupantes.

Problemas para o futuro

Primeiro, só pra reforçar, Leandro Niehues não é técnico, é interino, mas isso acredito que TODOS já saibam, né diretoria?

Dito isso, o interino até que foi bem na partida de ontem. Entrou com apenas um volante, mas contra uma equipe fraca, que permite esse tipo risco, e provou definitivamente que, contra equipes fortes, não podemos jogar com apenas um volante. O Paraná, mesmo fraco, fez o que quis na entrada da área rubro-negra. Fransérgio parecia uma barata tonta, tendo que cobrir os dois lados do campo ao mesmo tempo, enquanto Baier, Clayton e Madson (os meias) apenas cercavam.

Tanto pelo lado direito como pelo lado esquerdo da defesa atleticana, os paranistas tocaram como queria (ou como conseguiam), inclusive chegando ao gol, ainda no primeiro tempo, com o atacante tricolor carregando a bola desde o lado do campo até o meio, dando um belo chute de fora da área.

Na defesa, achei Rafael Santos inseguro, e Manoel foi bem. A reserva parece ter feito bem a Manoel, que jogou simples, sem dribles ou invenções, da maneira que o fez ter destaque.

Nas laterais, desastre. Marcos Pimentel já deve estar com os ouvidos vermelhos, de tanto que reclamei dele. Mas na boa, ele não tem condições de estar nesse elenco. Mesmo tendo melhorado no segundo tempo, é muito pouco futebol pro Furacão. Já Paulinho tem lampejos de bom futebol, em boas arrancadas, mas ao chegar no ataque não sabe o que fazer com a bola, e ainda deixa o corredor nas costas. Heracles é mais jogador, e ganhará a posição na quinta-feira.

Clayton foi meia no 1° e volante no 2°.
Esquema tático


E agora, com qual esquema jogar?

Ontem Niehues "arriscou" e entrou num 4-1-3-2, jogando com um volante (Fransérgio) que poderia recuar em determinados momentos pra fazer o terceiro zagueiro. Foram 3 meias, sendo Paulo Baier centralizado e solto, Madson pela esquerda e Clayton pela direita um pouco mais fixo. Além disso dois atacantes revezando no posicionamento (Lucas e Wescley).

No segundo tempo Niehues formou um 4-4-2 mais clássico, recuando Clayton para segundo volante mesmo, mas não adiantou muito, o Paraná ainda tocava como queria por ali. Isso porque Clayton não é mais volante, não aguenta marcar. Ofensivamente ainda será muito útil, mas é importante ter em mente que como volante não dá mais.

Guerrón entrou o guardou.
Guerrón fora?


Niehues foi bastante questionado por barrar Guerrón, mas eu entendi sua intenção. O técnico (interino) quis formar uma dupla de ataque, e aqui do CAP se criou um "vício" que diz que o colombiano só pode jogar aberto pela direita e pronto.

Mas no final da partida o "Guerrão" deu um recado avisando que pode ser sim o segundo atacante que reveza com Lucas no posicionamento. Num contra-ataque, recebeu de Lucas e tocou na saída do goleiro com categoria.

Próxima partida

Quinta-feira, dia 10 de fevereiro, será o Cianorte o adversário, e aí o cuidado tem que ser maior. O Cianorte não é nenhum Paraná (rs), e entrar com um volante só pode ser muito arriscado.

Eu iria num 4-4-2 com: João Carlos; Wágner Diniz, Manoel, Rafael Santos e Heracles; Vitor e Deivid; Baier e Madson; Guerrón e Lucas.

No banco teríamos Branquinho, Pimba, Clayton, Wescley e Henan como opções para mudar o jogo.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

SS está fora, e agora quem vem?

A jornalista Nadja Mauad acaba de anunicar, em seu blog, a saída de Sérgio "Cego" Soares. Segundo o blog o técnico pediu demissão, e a lista de possíveis técnicos começou já grande:
  • Leão
  • Vagner Mancini
  • Levir Culpi
  • Hélio dos Anjos
  • PC Gusmão
  • Silas

Pra mim é NÃO, NÃO, NÃO, NÃO, NÃO e NÃO...

O menos pior, como técnico, é Levir Culpi. Mas depois de 2004 seria difícil engolir Levir treinando o Atlético mais uma vez.

O nome perfeito (e desempregado), na minha opinião, seria Abel Braga. Ele já admitiu, quando especularam sua volta ao Internacional, que quer voltar ao Brasil, mesmo que seja para ganhar menos do que ganha lá. Na época ele também afirmou que o salário por lá não é "tão alto assim".

O problema é QUANTO realmente custa esse "não tão alto assim". Imagino que uns 400 mil reais. E sendo esse o valor, esqueça, o Atlético não paga isso para um técnico.

Mais nomes?

Um problema de cada vez #ForaSS

SS é técnico pra Paraná Clube,
não pro Furacão.
Depois do vexame do Furacão em Cascavel, o "técnico" Sérgio (Cego) Soares resolveu falar que precisa de reforços!

Concordo que a diretoria desmontou a base da defesa atleticana, vendendo Neto e Rhodolfo, e liberando Chico. Nesse setor sobraram "Mané" Manoel, o "sem graça" Paulinho, e o irregular Wagner Diniz.

Mas o principal problema do CAP nesse momento não é a falta de jogadores, é o técnico. Sérgio Soares reclama de jogadores de qualidade, mas no setor ofensivo ele tem mais talento do que qualquer técnico do Atlético já teve, desde 2004.

No ano passado nosso forte era a defesa, por isso Carpegiani tratou de organizar o sistema defensivo, pra mesmo fazendo poucos gols, não tomar quase nenhum, e ganhar as partidas. Esse ano, pelo menos por enquanto, nosso forte é o ataque, claramente, por isso a melhor defesa é o ataque.

E Sérgio "Cego" Soares até tentou fazer isso, colocando apenas um volante na equipe e lançando a equipe pro ataque. E é aí que todos nós percebemos que ele não é técnico pro Atlético. Mesmo com Branquinho, Baier, Guerrón, Madson e Lucas juntos, o setor ofensivo pareceu um amontoado, só recebendo bolas na base do chutão, dependendo da inteligência de Baier e Lucas, e da vontade de Guerrón e Madson.

E o que falar dos jogadores pedidos pelo técnico. Alê e Marcos Pimentel foram "as pedidas" de Sérgio "Cego" Soares... um pior que o outro!

Por isso eu digo, FORA SÉRGIO SOARES, antes que a diretoria resolva trazer outros "Alês" e "Pimenteis" a pedido do treinador.

#FicaADica

Segue alguns links de colegas blogueiros indignados:

Blog da Baixada - Vexame histórico
Blog do Brilcka - Amontoado Soares em campo
Blog Meu Querida Furacão - Vergonha alheia

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Robston deve ser contratado pelo Atlético

Robston chuta bem de fora da área.
Hoje, no programa CBN Esporte da rádia CBN Curitiba, a jornalista Nadja Mauad adiantou que o segundo volante Robston, do Atlético-GO deve ser o novo reforço do Furacão para a temporada.

Desde o ano passado o Atlético tem um "crédito" com o xará goiano, o que facilitaria a contratação. Além disso, Robston, destaque do time na temporada passada, vem pedindo para ser negociado.

Ainda segundo Nadja Mauad e Carlos Kleina, o volante é bom jogador e tem tudo pra vingar no Furacão.

Segue alguns vídeos do jogador:





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Melhor que Alê ele deve ser!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Atestado de incompetência: "Rhodolfo realizará exames médicos no São Paulo"

Rhodolfo a caminho do São Paulo.
Está no site oficial do CAP:

"O Clube Atlético Paranaense liberou o atleta Rhodolfo para realização de exames médicos no São Paulo. Após a concretização, o zagueiro será vendido ao clube paulista, e 50% dos direitos econômicos do jogador permanecerá ao CAP."

Antes de falar qualquer coisa, quero deixar bem claro que não sou a favor ou contra diretoria alguma. Não sou anti-Petraglia, pró-Malucelli, Petraglistas, ou qualquer coisa do tipo. E também quero deixar fora desse post a vontade do jogador Rhodolfo, que eu nem sei qual é.

Quero apenas falar da incompetência da atual direção nesse caso específico.

Liberar Rhodolfo para um time brasileiro é assinar um atestado de incompetência suprema. Foi o melhor jogador do time no ano passado, tinha tudo para continuar jogando muito no Furacão, e o Atlético não consegue bancar?!

Dane-se (desculpem o termo) teto salarial, política do clube, orçamento, ou o escambau. Se o jogador é bom, tem que segurar, tem que investir.

Competir com os clubes da Europa é impossível, mas se não pudermos competir com os clubes do Brasil, estamos fazendo o que aqui?

Em alguns meses Rhodolfo estará na seleção Brasileira, e o Atlético terá perdido potencial técnico e financeiro para um concorrente direto. Absurdo.

...

Desculpem o desabafo, mas a situação é revoltante!