segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Arbitragem volta a decidir contra o Furacão na Arena da Baixada


Grande oportunidade perdida pelo Furacão, afinal com a vitória teríamos 49 pontos, na quarta posição, a 5 do líder (que seria o Cruzeiro).

Mesmo com os resultados ajudando, agora acho que não temos mais chances de Libertadores, considerando também que o G4 voltará a ser G3, com um time brasileiro ganhando a Sulamericana. Em condições normais, só conseguimos os pontos necessários ganhando no mínimo duas partidas fora de casa, além de ganhar todas em casa. E fora pegamos São Paulo, Flamengo, Grêmio e Ceará.

Melhores do CAP

Paulo Baier, que foi bem nas bolas paradas e organizou bem o jogo.
Guerrón, que mesmo errando muito, apareceu muito pro jogo. Com alguém jogando próximo, sempre cria bastante.

Menção para Nieto, que entrou no final e em poucos minutos ganhou duas disputas fazendo o pivô, sendo uma delas na jogada do gol de Wagner Diniz.

Piores do CAP

Bruno Mineiro, não preciso nem mais explicar.

Wilson Luiz Seneme

Como todo atleticano que acompanhou o mínimo do time nos últimos anos, eu já tinha imaginado um arbitragem tendenciosa, daquelas que vai minando e irritando o nosso time durante a partida, mas não esperava erros tão grosseiros como o pênalti não marcado em Guerrón e as faltas ignoradas na entrada da área (uma em cima do Ivan Gonzalez foi absurda).

Aliás, tem sido comum na Arena os árbitros ignorarem faltas claras pró-Atlético na entrada da área. Todos sabem que Baier tem excelente aproveitamento nas faltas próximas e cruzamentos, e parece que isto já está na cabeça de cada árbitro que vem apitar no melhor estádio do país.

Sobre o lance do gol atleticano, pra mim estava na mesma linha. E sobre o pênalti em Tartá, foi claro.

Um comentário:

  1. Luiz Afonso Miguel25 de outubro de 2010 06:44

    Concordo com tudo menos com o penalti no Tartá, que se é do lado atleticano ele não dava.

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