quarta-feira, 7 de julho de 2010

A verdade sobre a Copa Libertadores 2005 - Vergonha internacional

Reportagem do site Cap4Ever (não existe mais) sobre os absurdos que ocorreram na final da Libertadores de 2005.

"Um dos mais importantes capítulos dos 86 anos do Atlético Paranaense está completando cinco anos. No dia 6 de julho de 2005, o Furacão disputava pela primeira vez uma decisão da Taça Libertadores da América. Uma data que poderia ser lembrada apenas com alegria pela torcida rubro-negra, se não fosse também o marco de uma das maiores injustiças da história do futebol sul-americano.

Em uma campanha épica, o CAP superou a incredulidade geral e garantiu uma vaga na decisão. O adversário seria o São Paulo Futebol Clube, num confronto histórico para o futebol brasileiro. Nunca duas equipes do mesmo país haviam chegado à disputa final pelo maior título do continente. Mas, num golpe baixo, o adversário manchou de forma vil e para sempre esse momento marcante do esporte nacional.

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Justo ou ilegal? O regulamento seletivo da Conmebol!
Sobre o caso de Oruro

Vítima de uma manobra de bastidores, o CAP foi afastado de sua torcida e impedido de jogar em sua cidade e seu estádio. A Arena da Baixada, o estádio mais moderno e seguro da América do Sul, foi vetada para a decisão. E o Furacão, obrigado a atuar como mandante no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. Uma trama que comprometeu ética e esportivamente a disputa, tornando-a injusta e desigual.

Melhores momentos da primeira partida, no Beira Rio.

Cinco anos após o vergonhoso episódio, o CAP4ever traz a público as provas da conspiração. São documentos e fatos que comprovam que a Arena estava adequada ao regulamento da Libertadores. E que deixam claro como a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) agiu deliberadamente para beneficiar o São Paulo.

Trajetória

O torcedor atleticano jamais irá esquecer. Vice-campeão brasileiro em 2004, o CAP reformulou seu elenco para a disputa do torneiro continental. E, deixando para trás a desconfiança da imprensa e da própria torcida, protagonizou uma campanha memorável, levando o futebol paranaense a um patamar jamais alcançado.

A primeira fase foi superada com muito sofrimento, em um grupo que tinha também Libertad (PAR), América de Cali (COL) e Independiente Medellín (COL). Mas a partir das oitavas-de-final, o Furacão engrenou. Passou pelo Cerro Porteño (PAR). Eliminou o Santos, de Robinho, então campeão brasileiro. E garantiu a vaga na decisão em um emocionante duelo contra o Chivas Guadalajara, do México.

O goleiro Diego, o lateral Marcão, os meias Fernandinho e Fabrício e os atacantes Lima e Aloísio foram algumas das principais e decisivas peças do time atleticano, comandado pelo consagrado técnico Antônio Lopes.

Desespero

Assim que o CAP venceu o primeiro duelo das semifinais, com o Chivas provando toda a força do Caldeirão numa goleada por 3 a 0, um problema começou a tirar o sono dos rubro-negros. O Regulamento da Taça Libertadores exigia um estádio com capacidade para 40 mil pessoas para os jogos da decisão e todos sabiam que a Arena não comportava este número se algo não fosse feito.

Mas ainda era cedo para tomar qualquer atitude. Afinal, faltava a partida de volta, no histórico estádio Jalisco, em Guadalajara, e qualquer movimentação no sentido de preparar a Arena para a grande final poderia ser encarada como menosprezo à equipe mexicana e surtir efeito negativo em momento tão importante para o CAP.

O rival local, porém, já mostrava todo seu desespero diante da possibilidade do Furacão se tornar campeão da América. No dia 30 de junho, momentos antes de o CAP entrar em campo no México, o Coritiba Foot Ball Club enviou ofício à Federação Paranaense de Futebol (FPF), negando a cessão do estádio Couto Pereira.

O CAP jamais solicitou o empréstimo do campo rival. Apenas especulações da imprensa aventavam a possibilidade de a final ser disputada no Couto Pereira. O Coritiba, porém, se antecipou a qualquer pedido, alegando que o estádio, que já recebeu públicos superiores a 60 mil pessoas, não tinha então a capacidade de 40 mil torcedores, exigida pela Conmebol.

Coerência?

Assim que o CAP garantiu a vaga na decisão, a diretoria rubro-negra iniciou uma batalha para garantir que a partida mais importante da história do clube fosse disputada na Baixada. Já no dia 1.º de julho, o CAP enviou ofício à Conmebol indicando a Arena como local da primeira partida da final, marcada para o dia 6 subsequente.

A expectativa era de uma postura compreensiva e coerente por parte da entidade. Afinal, o próprio presidente da Conmebol, Nicolás Leoz, havia apontado o estádio rubro-negro como o mais moderno e seguro do continente, quando visitou pessoalmente Curitiba, inclusive sendo agraciado com o título de cidadão honorário.

Diversas finais de Libertadores já foram disputadas em estádios com capacidade inferior à da Arena. Só para citar dois exemplos nacionais, o Palestra Itália, em São Paulo, e São Januário, no Rio de Janeiro, que jamais comportaram com segurança 40 mil pessoas, principalmente levando em conta os padrões utilizados para determinar a capacidade da Arena, então avaliada em 25.412 expectadores.

Diante da resposta negativa da Conmebol, só restava uma alternativa: adequar a Arena ao regulamento, elevando a capacidade do estádio para 40 mil pessoas, em apenas quatro dias. Impossível? Não para o Atlético Paranaense e sua torcida.

Atitude

Ainda em 1.º de julho, o CAP finalmente chegou a um acordo com o Colégio Expoente, então locatário do terreno ao lado do estádio, e contratou uma empresa para construir no local uma arquibancada metálica para 16 mil pessoas, ampliando a capacidade da Arena para 41 mil torcedores.

A empresa escolhida para a obra foi a Orpec Engenharia, uma das mais conceituadas do Brasil. Tendo inclusive construído parte das arquibancadas para o jogo entre a seleção brasileira e o Uruguai, no estádio Pinheirão, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2006.

Estrutura semelhante às usadas em jogos de vôlei de praia, corridas de Fórmula 1 e até mesmo jogos de futebol, como ocorreu no estádio Bruno José Daniel, em Santo André, na mesma edição da Libertadores.

A contratação da empresa e o acordo com o Expoente, porém, só foram fechados após o CAP receber da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) a garantia de que o estádio seria confirmado, caso os laudos que atestassem a segurança das novas arquibancadas fossem entregues até o dia 5 de julho. É o que mostra ofício assinado pelo diretor técnico da CBF, Virgílio Elísio da Costa Neto, e enviado ao CAP, no mesmo dia 1.º de julho.

Mobilização

Desde o momento em que o Furacão garantiu a vaga, a torcida rubro-negra começou a formar uma imensa fila ao redor da Arena, em busca dos ingressos para a decisão. E foi nas ruas que circundam a Baixada que muitos viveram alguns dos momentos mais intensos e emocionantes da história atleticana.

Logo na manhã do dia 2 de julho, o muro caiu. Não havia mais divisão entre a Baixada e o terreno necessário para a conclusão do estádio. E logo começaram a chegar os caminhões com o material para a construção da estrutura metálica. Não foram poucos os atleticanos que ajudaram a carregar nos ombros os andaimes, fundações e tábuas que formariam as novas arquibancadas.

O São Paulo usava toda sua força nos bastidores, para impedir a realização da partida Arena. Afinal, o clube paulista é um notório freguês do Atlético Paranaense na Arena da Baixada, estádio em que jamais conseguiu uma vitória. E o poder político do tricolor junto à Conmebol não é nada desprezível. O próprio presidente Leoz já se declarou, em mais de uma oportunidade, que quando estudou em São Paulo na sua juventude se tornou ferrenho e fanático torcedor do time do Morumbi!

“Sou são-paulino”, admite presidente da Conmebol.

Decepção

O impasse, a tensão e a expectativa duraram dois dias. Boa parte da imprensa nacional foi solidária à luta atleticana. Tostão, consagrado craque da bola e das letras, apontou em sua coluna a injustiça que seria afastar o CAP de sua torcida. Até mesmo Milton Neves, notório desafeto da torcida rubro-negra, considerou “uma sacanagem” a tentativa de impedir o jogo na Baixada.


Nos bastidores, a diretoria rubro-negra buscava a ajuda dos políticos paranaenses. Porém, ninguém se dispôs a mover um dedo sequer para pressionar os dirigentes da Conmebol para que não tirassem a partida de Curitiba e do estado do Paraná. Inclusive o então governador Roberto Requião, que se diz atleticano, foi procurado, mas preferiu não se envolver.

Enquanto isso, a nova arquibancada crescia e no dia 4 de junho tudo estava pronto e a Arena, plenamente adequada ao regulamento da Libertadores. O CAP apresentou, dentro do prazo solicitado pela CBF, os laudos do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA) e do Corpo de Bombeiros, atestando a nova capacidade da Arena e a segurança das arquibancadas metálicas.

Em reunião realizada em Assunción, no Paraguai, depois de horas de “chá de banco”, com a Conmebol negando-se em princípio atender a direção do CAP, o clube apresentou todos os laudos, atestados, fotografias e comprovantes das instalações adequadas ao regulamento.

Mas eles foram ignorados pela Conmebol, numa prova de que o famigerado item do regulamento foi usado apenas como pretexto para a defesa de outros interesses. Ao CAP foi transmitido, através do secretário executivo Francisco Figueiredo Britez: “La decision está tomada. Son ordens superiores. Ou el Paranaense juega em Porto Alegre, ou que procure la justicia”.

Com a ameaça de ser rebaixado de divisão, de perder todos os registros de seus jogadores e por em risco definitivamente o futuro do CAP, a diretoria resolveu naquele momento ser prudente e cedeu à pressão feita pela Conmebol. O jogo foi mesmo confirmado parao Beira-Rio, em Porto Alegre, a mais de 600 quilômetros de Curitiba e do estádio rubro-negro.

Na capital gaúcha, a diretoria atleticana foi recepcionada pelo governador Germano Rigotto, em jantar no Palácio Piratini. Na ocasião, Rigotto questionou ao presidente Mário Celso Petraglia: “Como os paranaenses deixam isso acontecer? Jamais cometeriam este absurdo, esta injustiça com o povo gaúcho. Faríamos outra revolução e não tirariam o jogo dos nossos estádios”.

Desfecho

Com o CAP impedido de atuar na Arena e sem condições de igualdade para a disputa da decisão, a Libertadores de 2005 teve o desfecho para o qual a Conmebol trabalhou e seu presidente sempre torceu. Após um empate em 1 a 1 no campo neutro do Beira-Rio, o São Paulo pôde contar com a força de sua torcida no jogo da volta, em sua casa.

No dia 14 de julho, no Morumbi, o CAP saiu perdendo, teve a chance de empatar numa cobrança de pênalti, mas desperdiçou a oportunidade e acabou derrotado. O tricolor paulista conquistou seu terceiro título continental e carimbou o passaporte para a disputa do Mundial de Clubes da Fifa, no Japão, quando venceu o Liverpool, da Inglaterra, e sagrou-se tricampeão do mundo.

Na véspera da primeira partida da final, as obras estavam concluídas e a Arena, adequada ao regulamento da Taça Libertadores.

Outra prova de que tanto apego da Conmebol a um item do regulamento foi mesmo de ocasião foi dada no ano seguinte. Pachuca, do México, e Colo-Colo, do Chile, fizeram a final da Copa Sul-Americana de 2006. O regulamento era o mesmo da Libertadores, mas o primeiro jogo da decisão foi disputado no Estádio Hidalgo, em Pachuca, com capacidade para 30 mil expectadores.

Orgulho

Mesmo derrotado na decisão, o Furacão encerrou a disputa da Libertadores de 2005 com a cabeça erguida. Afinal, o clube havia atingido um patamar inédito em sua história e do próprio futebol paranaense. Aos atleticanos, ficou a certeza de que o desfecho poderia ter sido diferente, caso o CAP tivesse contado com sua torcida e com a magia do Caldeirão. Ao São Paulo, resta o gosto amargo de um mérito discutível, conquistado em disputa injusta e desigual."

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Atualização [2013]: A abertura da Copa do Mundo 2014, no estádio do Corinthians, teremos as mesmas arquibancadas móveis "rejeitadas" pela Conmebol em 2005. Mais um componente que comprova a incoerência técnica na decisão exclusivamente política da Conmebol em 2005. Leia mais aqui: Arquibancadas móveis na abertura da Copa do Mundo 2014.

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32 comentários:

  1. Estive no Beira Rio em 2005 dando uma força pro CAP, infelizmente o estrago já estava feito mas a torcida colorada sempre será solidária ao maior do PR!

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  2. INFELIZMENTE O ATLÉTICO FOI CASTRADO DE UM TÍTULO DE LIBERTADORES PELOS "DIRIGENTES DO FUTEBOL". ASSIM COMO O INTERNACIONAL NO MESMO ANO PERDEU UM BRASILEIRÃO NO MESMO ANO. FOMOS CAMPEÕES DA LIBERTADORES EM 2006 E PASSAMOS POR CIMA DELES. O ATLÉTICO COM CERTEZA FARÁ HISTÓRIA QUANDO A NOVA ARENA ESTIVER PRONTA E SERÁ UM DOS MAIORES CLUBES DO BRASIL, DA AMÉRIA E DO MUNDO NO FUTURO. TORÇO SEMPRE PELA HONESTIDADE NO FUTEBOL. SAUDAÇÕES COLORADAS.

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  3. Roubaram descaradamente o título nacional do Inter e tiraram a decisão da Libertadores da Arena (lugar onde os bambis sempre treme nas bases). Uma vergonha quando a política age até nesse cenário, mesmo no país que deveria ser "o país do futebol"... tá mais pro "país da politicagem".

    Quando o Atlético precisa da ajuda de um clube do Paraná, recebe um severo NÃO como resposta. Foi assim em 2005, está sendo assim agora. O Atlético está ajudando a construir o estádio que vai sair mais barato pro Governo, e vai ser um dos mais belos do Brasil pra Copa do Mundo, mas Coritiba e Paraná Clube se negaram a emprestar os seus respectivos campos.

    Um feito histórico pro futebol paranaense, que só demonstra como o povo paranaense é desunido. Como os clubes daqui preferem cobiçar os rivais do que se unir, é por isso que o futebol paranaense é um dos mais fracos do país, tinha de tudo para ser tão forte como o futebol gaúcho ou o futebol mineiro, mas sucumbiu á própria cobiça.

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  4. poderíamos até perder o título, mas o baby perderia no caldeirão. Mas tinhamos grandes chances de titulo

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  5. Agora quando a arena ficar pronta pra copa do mundo de 2014 vamos ter outra libertadores contra esses bambis ai soque agora vai ser no CALDEIRÃO vamos ver quem vai levar esse titulo !

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  6. Se tudo o que foi escrito neste blog for verídico, se trata de uma das maiores vergonhas vistas no futebol brasileiro, que claramente prejudicaram o Atlético-PR. Mas regulamento é para ser respeitado, e esse foi prejudicial ao rubro-negro. O oposto disso foram as regras do brasileirão 2001, que beneficiaram diretamente o Atlético, principalmente nas quartas e semi-finais com jogo único na baixada...meio injusto com São Paulo e Fluminense, mas regra é regra!

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    1. Desculpa parceiro, mas discordo de sua colocação. O Atlético jamais foi beneficiado, visto que a competição cabia o seguinte mando de jogo: O clube que terminasse em primeiro lugar na fase de pontos, teria a vantagem de jogar todos os jogos em casa (que foi o caso do São Caetano), o segundo, poderia jogar todos os jogos em casa, com exceção ao que jogasse com o primeiro (o que ocorreu na final entre São Caetano e Atlético-PR, com o clube paulista jogando o jogo final em seus domínios), o terceiro jogaria todos, menos contra o 1 e 2 colocado, e assim respectivamente... E acredito que você foi meio infeliz nas palavras, pois o CAP jamais foi beneficiado nesse regulamento de disputa de Campeonato Brasileiro em 2001. Cada um tem o direito de achar o que quiser, mas se você não sabe o que fala, melhor não dar sua opinião.
      Sem mais, forte abraço.

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    2. O ponto que defendi foi o seguinte: Uma regra, ainda que esdrúxula, injusta,etc., é pré-determinada e os clubes signatários têm que segui-la à risca pois concordaram que fosse assim antes do início. Situações distintas, obviamente, mas que exemplificam bem tal ocorrência. Estádio na final da libertadores tem que ter capacidade mínima de 40 mil? Injusto. Times disputar mata-mata com jogo único, sem ida e volta? Injusto. Porém, ambas situações previstas no regulamento.

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    3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  7. E não se trata de não saber o que falo, pois está bem claro e tenho absoluta certeza que todos (exceto os torcedores do Atlético-PR, por razões óbvias) concordam comigo a respeito do Brasileirão 2001. Meu grande erro foi querer fazer este tipo de questionamento justamente no Blog do Furacão, onde certamente discordariam de mim neste aspecto. Mas reitero, em 2005 vocês foram muito prejudicados na Libertadores, e isso é fato.

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  8. VERGONHA!

    Sou Palmeirense e sei muito bem da 'força' do Bambi FC nos bastidores. Time que tentou roubar nosso estádio na cara dura e está aprontando DE NOVO com a Ponte Preta agora - TIMINHO IMUNDO.

    Atlético-PR, o campeão MORAL da Liberta 2005!

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    1. é isso que o corinthians e o palmeiras fez em vez de deixar falir e enterrar criaram uma cobra para poder picar depois tinha é que acabado de matar em quanto podiam

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    2. http://www.conmebol.com/pt-br/content/copa-libertadores-regime-estabelecido-para-os-estadios 9.4 Cada associação nacional deverá certificar a capacidade do(s) estádio(s) indicado(s) para a realização dos jogos. A esse efeito, o(s) estádio(s) deverão contar com a capacidade mínima, dada a seguir:

      PRIMERA e SEGUNDA FASE (FASE DE GRUPOS): 10.000 espectadores
      OITAVAS DE FINAL A SEMIFINAIS: 20.000 espectadores
      FINAIS: 40.000 espectadores
      Quer que desenhe ou está difícil entender?

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  9. kkkkkkkk eu tenho que rir mesmo, todos voces acham mesmo que o Atlético ia ganhar esta libertadores??? O São Paulo ganhou de todo mundo em 2005, só não ganhou o Brasileiro porque foi roubado mesmo. Aquele time do São Paulo era imbatível, poderia ser na arena ou não, o Atlético era bem inferior ao São Paulo. Tudo bem que o Atlético foi prejudicado por não jogar em seu estadio, mas ia perder de qualquer jeito, todo mundo viu os 2 jogos, o São Paulo era muito superior! Basta ver quantas goleadas o São Paulo aplicou no ano de 2005 em vários time grandes. Fala sério!

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    1. Campeonato brasileiro 2005 na Baixada: Furacão 4 x 2 Bambis
      Seria algo parecido na Libertadores, se jogássemos na Arena. Obviamente o placar da volta não seria 4 x 0 para o São Paulo na volta, pois os esquemas de ambos os times seriam completamente diferentes. Portanto, não fale besteira, jovem bambi.
      http://www.youtube.com/watch?v=xRMayrxw5V8
      SRN

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    2. Campeonato brasileiro 2005 na Baixada: Furacão 4 x 2 Bambis
      Seria algo parecido na Libertadores, se jogássemos na Arena. Obviamente o placar da volta não seria 4 x 0 para o São Paulo na volta, pois os esquemas de ambos os times seriam completamente diferentes. Portanto, não fale besteira, jovem bambi.
      http://www.youtube.com/watch?v=xRMayrxw5V8
      SRN

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    3. regra e feita para ser cumprida aleas essa regra e usada até hj na Libertadores , mas eu sei q vc ñ vai aceitar e dizer q "Na Arena teriamos ganho é o jogo de volta seria diferente" então qer dizer q so se ganha em Casa ??????? na final de 2009 , Estudiantes e Cruzeiro ficarão no 0 x 0 no Ciudad La Plata , mas ao invés de ficar chorando o Estudiantes foi la e ganho o jogo de volta por 2 x1 em pleno Mineirão (eu tava torcendo pro Cruzeiro) como na final ñ conta gol fora e msm assim nem precisaria nesse caso ja q tinha sido 0 x 0 o Cruzeiro tinha tudo pra ganhar a volta era favorito e tinha um time melhor , mas...

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    4. A regra foi cumprida, você não leu a materia? dois dias antes da final o CAP conseguiu montar a arquibancada provisoria e ultrapassou a capacidade minima de 40.000 lugares. Mas a CONMEBOL quis beneficiar os bambis.

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  10. Vergonha o que Marcelo ?? Vergonha é teu time que não ganha nada a uns 15 anos e foi 2 vezes rebaixado. Poderia ser na Arena ou no Beira-Rio ou aonde for, o Atlético não tinha time para ganhar do São Paulo de Amoroso e Luisão, ia perder de qualquer jeito, ou voce acha que o Atlético ia aplicar 5 x 0 no São Paulo na Arena e ser campeão ???? fala sério cara. Aquele time do São Paulo era tão bom que ia ganhar até o Brasileiro, mas depois dos jogos anulados, desistiu da competição. Não arranjem desculpas, o Atlético fez história em chegar a final, como o São Caetano também fez, mas não tinha time para ganhar do São Paulo!

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  11. MIMIMIMIMI...Eu sou pequeno, por isso ninguém gosta dem im, MIMIMI.

    Quem mandou não ter estádio de gente? JUSTIÇA FOI FEITA E REGULAMENTO COMPRIDO! Chorem à vontade.

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  12. Sou Flamenguista, e realmente isso foi um absurdo... Ao Atlético-PR só tenho a dizer que uma hora a justiça será feita e um dia o CAP vencerá a Libertadores. O Brasil tem apenas 12 grandes, e o CAP é um deles, maior até mesmo que o Botafogo, que vive do passado.

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    1. Falou o torcedor do time que comprou a Libertadores 1981 junto ao Wright kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  13. Sou Flamenguista e isso foi um absurdo,mas um dia o CAP vai vencer a Libertadores. Indiscutivelmente o CAP está entre os grandes do Brasil, mesmo que a imprensa negligencie isso. SRN aos co-irmãos do Paraná!

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  14. Ok, regra são para serem cumpridas.
    Porém, quando sua aplicação é feita apenas quando é conveniente politicamente há injustiça! E esse é o ponto dessa nota.
    O texto aponta claramente diversas injustiças, dentre as quais as principais são:
    1) A ocorrência da final da Sulamericana do ano seguinte em estádio com capacidade inferior a 40mil pessoas;
    2) o uso de arquibancadas tubulares para a abertura da copa de 2014;
    3) conflito de interesses do presidente da conmembol à época para conduzir o caso, pois ele era declaradamente são paulino. E agora, depois de anos com esse escândalo da Fifa, vemos que além de conflito de interesses, esse senhor também é desonesto, assim como a grande maioria dos cartolas sulamericanos que decidiram pelo veto à baixada. Vale ainda lembrar que a diretoria do São Paulo gozava de grande proximidade política com esses mesmos senhores de honestidade duvidosa em 2005.

    Os fatos dessa história mostram claramente que o jogo só não ocorreu na baixada por interferência política.
    Outra coisa que não foi comentada no texto foi o motivo da inserção da capacidade de torcida no regulamento.
    O principal motivo era que pequenos estádios normalmente não ofereciam nessa época condições de segurança necessárias para um jogo de grande porte. As condições dos estádios sulamericanos era tão precária que em vez de postularem critérios para a segurança, colocaram o critério de capacidade. Ironicamente, o estádio do Cap, apesar de não ser nem de longe o de maior capacidade, era o mais seguro daquela época na América do Sul, exatamente por ser o único projeto moderno existente até então.

    Portanto, vc são paulino ou fluminense, pode contar pra si mesmo o que quiser para sentir-se melhor, mas não muda o fato de ser uma injustiça a forma como a decisão do local do jogo foi feita. O São Paulo perdeu a chance de disputar um título de forma moralmente correta. Colocou a estrela no peito, mas ela tem essa história vergonhosa por trás...


    Quanto à comparação com a fase final do Campeonato Brasileiro de 2001, é claramente uma afirmação descabida.
    Esse critério técnico de classificação era de uso corrente nas disputas de brasileiro antes da implantação dos pontos corridos.
    Diferente do evento da final, a vantagem de decidir em casa sempre foi consistentemente aplicada. Nunca houve exceção, como houve na disputa de final em estádio com menor capacidade. Portanto, não foi arbitrariedade.
    A única diferença em 2001 foi a existência de muitos times na primeira divisão. Faltou calendário para disputar jogos de ida e volta na fase de mata-mata. Por isso, os jogos de quartas e semi-finais foram disputados em jogo único. Mas o critério técnico para decisão de onde o jogo seria disputado foi o mesmo de todos os anos. Jogou em casa o melhor classificado na primeira fase.
    Tanto não houve injustiça que na final o Cap (2o. colocado na primeira fase) teve que jogar o segundo jogo fora de casa, pois o São Caetano foi 1o. colocado da primeira fase.

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  15. Vc não quer comparar as arquibancadas provisórias do Itaquerão feitas pela FIFA em meses , com eventos testes de qualidade com uma estrutura feita em dias, sem nenhuma comprovação de segurança... E se houvesse um acidente na partida ??? Onde está a prevenção... ??

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  16. me tira 1 dúvida! pq o CAP enfrentou o Fla-mídia em 1983 no Couto ??

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  17. Não achei no texto a reclamação do Atlético contra o pênalti inexistente marcado a seu favor no Morumbi. Sobre isso ninguém reclama?

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    1. verdade, mais sem essa de chorar o leite derramado o tricolor venceu até o melhor time do mundo em 2005

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  18. Esse regulamento foi criado em 2000 e desde então:

    - Final da Libertadores de 2000: Palmeiras jogou no Morumbi em vez no Palestra Itália como no ano anterior-- REGULAMENTO CUMPRIDO!!

    - Final da Libertadores de 2002: São Caetano jogou no Pacaembu em vez no Anacleto Campanella-- REGULAMENTO CUMPRIDO!!

    - Final da Libertadores de 2003: Santos jogou no Morumbi em vez na Vila Belmiro-- REGULAMENTO CUMPRIDO!!

    - Final da Copa Sul-Americana de 2007: Arsenal de Sarandi jogou no Estadio Presidente Perón em vez no Estadio Julio Humberto Grondona-- REGULAMENTO CUMPRIDO!!

    - Recopa Sul-Americana de 2008: Mesmo motivo acima ↑

    - Final da Libertadores de 2011: Santos jogou no Pacaembu em vez na Vila Belmiro-- REGULAMENTO CUMPRIDO!!

    - Recopa Sul-Americana de 2012: Mesmo motivo acima ↑

    - Final da Copa Sul-Americana de 2012: Tigres jogou na La Bombonera em vez no Estadio Monumental de Victoria-- REGULAMENTO CUMPRIDO!!

    - Final da Libertadores de 2013: Atlético-MG jogou no Estádio Mineirão em vez no Estádio Independência-- REGULAMENTO CUMPRIDO!!

    - Final da Copa Sul-Americana de 2013: Ponte Preta jogou no Pacaembu em vez no Estádio Moisés Lucarelli-- REGULAMENTO CUMPRIDO!!

    Portanto, em 2005 foi cumprido igual nesses anos. Sobre a tentativa do Atlético em pôr arquibancadas provisória, vale ressaltar que se deu em pouco tempo, entre o jogo contra o Chivas (30/06/2005) e a final (06/07/2015) pra se adequar a capacidade e certamente foi por isso que não liberaram o jogo lá mesmo podendo. Não foi que nem o estádio do Corinthians que teve tempo de sobra pra se instalar arquibancadas pra Copa do Mundo.

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  19. Sou são paulino e moro no Paraná, gosto mto do atletico pr e minha torcida vai pro CAP na libertadores 2017, mas convenhamos, mesmo vcs jogando na arena da baixada nao conquistariam o titulo, o sao paulo de 2005 era muito superior, até hoje o regulamento pra final da libertadores e sul americana eh feito desta forma, vencemos um time na final do mundial q nao tomava gol fazia 1000 minutos, olha a diferenca cara, o time do CAP era foda em 2004 e 2005, mas sao paulo e internacional teve times superiores.... Sem brigas eh soh opiniao

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  20. Começou bem até falar do Inter em 2005. Caros amigos, nos jogos remarcados, o Corinthians foi o mais prejudicado pois o mesmo teve que "re"jogar 2 clássicos. O resultado sim beneficiou pois havíamos perdido do Santos e com a remarcação ganhamos, porém há de se ressaltar que antes do confronto entre os 2 (naquele suposto pênlti no Tinga), o Inter foi beneficado em umas 4 rodadas seguidas com erros grotescos de arbitragem, portanto caros atleticanos, ficou elas por elas. Quanto ao que fizeram com vocês na Libertadores, foi simplesmente a política da Conmebol, ou seja, política ditatorial e que favorece aos clubes que eles bem entendem.Em 2013 saímos das oitavas em um dos maiores roubos que se tem conhecimento com aquele arbitro safado chamado Carlos Amarilla.

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  21. comédias KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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