segunda-feira, 19 de julho de 2010

De volta ao Brasileirão e às malditas arbitragens, Vasco vence Furacão (Mauro Cezar)

Por Mauro Cezar Pereira, da ESPN Brasil:

"Vasco 3 x 1 Atlético Paranaense teve de tudo. Sim, de tudo de ruim que podemos ver numa arbitagem. Pênalti à brasileira com o garoto Jonathan mostrando, aos 19 anos, o que se aprende nas divisões de base hoje em dia. Os meninos se especializam em cavar faltinhas na área, a cair à toa na esperança de que a incompetência do apito os beneficie. E deu certo.

Sim, deu certo para Jonathan graças ao senhor Nielson Nogueira Dias, árbitro de Pernambuco que conseguiu enxergar uma penalidade máxima de Eli Sabiá no jovem vascaíno. E ainda puniu o atleticano com o cartão amarelo. Duplo absurdo e o segundo gol do time carioca, com colaboração do apito incapaz. O que essas pessoas fizeram no último mês, viram jogos de bocha?

Mais adiante, Chico, de carrinho, limpo (foto), levou a melhor no duelo com Rafael Carioca. Nogueira Dias foi capaz de ver uma falta e ainda mostrou o cartão vermelho ao jogador do Atlético. Depois viria a expulsão de Eli Sabiá, cujo primeiro amarelo havia sido absurdo. Assim, com 35 minutos de partida, o time paranaense perdia por 2 a 0 e tinha somente nove homens. O jogo estava resolvido.

Antes que vascaínos se irritem e achem que este post tem o propósito de afirmar que o time de São Januário não venceria sem tantos erros a seu favor, que fique claro: a equipe atleticana é fraca e no confronto entre dois dos times mais mal colocados na tabela, evidentemente o triunfo do Vasco, em seus domínios, era mais do que normal. Mas não podemos fechar os olhos diante de tantos erros.

Anormal foi a forma como ele se configurou. Ou seria normal em se tratando do futebol brasileiro e suas arbitragens tão características, tão ruins? É, amigo, a Liga Anti-Penaltys à Brasileira está de volta. E não basta. Os apitadores brazucas erram muito além das penalidades máximas. Até quando?"

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Lembrando que esse é o mesmo árbitro que apitou Atlético 3 x 2 Corinthians, na Arena, ano passado, pela Copa do Brasil. Naquela oportunidade ele deixou de expulsar Dentinho, que deu uma cotovelada em Rafael Moura na cara do árbitro. Também marcou um pênalti inexistente no mesmo Dentinho. E também errou nos lances que originaram os dois gols do Corinthians, no final da partida, um deles, de Dentinho. Impressionante.

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