quinta-feira, 20 de maio de 2010

"Não adianta ficar loteando o uniforme, que é sagrado"

A frase "Não adianta ficar loteando o uniforme, que é sagrado" foi dita pelo diretor de marketing do Furacão, Paulo César Verardi, em entrevista a Gazeta do Povo.

Concordo e apoio essa idéia de não "lotear" o uniforme rubro-negro, como muitos times vem fazendo pelo Brasil. Acho que uma camisa de time de futebol deve ter um, ou no máximo dois patrocínios, sendo o principal no centro da camisa e o secundário nas mangas.

Isso, na minha opinião, valoriza a marca que está comprando o espaço da camisa. Espaço esse que também é valorizado, compensando financeiramente o dinheiro que poderia ser arrecadado com o "preenchimento" do uniforme todo.

Até aí tudo bem. Mas o fato é que o Atlético não tem patrocínio master atualmente, e para a frase do diretor Paulo César Verardi fazer sentido, o Atlético deve encontrar logo um patrocínio, e dos bons. Isso deve ajudar, inclusive, na contratação rápida de possíveis reforços, que é a principal cobrança com relação a atual administração.


Eu sempre apioei a atual diretoria, por vários motivos, principalmente no relacionamento com a torcida, imprensa, e com outros clubes. Hoje, podemos negociar com Santos, São Paulo, Grêmio, ou com qualquer outro clube do país, o que era impossível na era Petraglia. E isso é muito importante, mas são todos fatores extra-campo. Só que no campo, o discurso de tornar o Atlético competitivo novamente não vem se confirmando. E isso ninguém pode perdoar, já que vivemos de futebol, e não de notícias boas sobre finanças ou estrutura.

Por isso, vamos apoiar o Furacão, comemorar notícias sobre Arena, CT e patrocínio. Mas também vamos cobrar! Cobrar um time competitivo, que dispute as primeiras posições em todas as competições que participa. Queremos time!

Atualização (10h55min): Augusto Mafuz, em sua coluna de hoje, falou sobre as mudanças de postura da atual diretoria com relação a antiga. Destaco aqui a frase "O Atlético com Marcos Malucelli voltou a dar um tratamento humano à sua gente". Leia a coluna completa clicando aqui.

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