domingo, 16 de maio de 2010

"E agora, quem poderá nos ajudar?"

Foto: Agência Estado
Começamos mal, novamente!

O mistão que entrou em campo hoje, para enfrentar o Guarani, na estreia do time da Arena, não deu conta do recado. Jogamos para empatar, e quase perdemos a partida.

O Atlético iniciou a partida com a formação prevista pela imprensa durante a semana, mas com uma mudança tática clara. O 3-5-2 virou um 4-3-3 com o avanço de Márcio Azevedo para a ponta esquerda e Bruno Costa fazendo a lateral.

Não deu certo. Márcio praticamente não foi acionado, e o ataque rubro-negro só acontecia pela direita, com Wagner Diniz tentando tabelar bolas com o atrapalhado Marcelo. Mas o lado direito funcionou mesmo no contra-ataque, com duas oportunidades claras de gol.

A primeira com Wagner Diniz, que recebeu passe de Alex Mineiro e, na cara do gol, chutou pra fora. Já a segunda foi numa jogada meio confusa, onde a bola saiu da direita, foi parar nos pés de Alan Bahia na entrada da área. Ele tocou para Netinho, que também na cara do gol acabou perdendo, com excelente defesa do goleiro adversário.

O Bugre chegava pouco, apenas com bolas espirradas. Mas em mais um "pane" do elenco atual do Furacão, o Guarani marcou, com Roger. E ainda no primeiro tempo Netinho salvou o rubro-negro, com belíssima cobrança de falta, no ângulo esquerdo do goleiro. Golaço!

O Atlético voltou para a etapa final com Tartá no lugar de Marcelo, que foi vaiado pela torcida na saído para o intervalo. Com mais movimentação no ataque, e Tartá mais próximo de Alex Mineiro, o Atlético chegava com perigo, mas sempre errando o último passe. Mesmo assim o time dominou o Guarani, até que Bruno Costa, novamente num erro "bizonho", enterrou o Furacão, obrigando o goleiro João Carlos a fazer um pênalti no atacante Roger. No lance, o João Carlos recebeu apenas o cartão amarelo, sendo que era último homem, merecia o vermelho. O próprio Roger bateu e fez, 2 a 1 Guarani.

Logo depois, a sorte voltou a sorrir pro Furacão. Márcio tentou cruzar na grande área, e a bola bateu no braço direito e esticado do zagueiro bugrino, desviando a trajetória da bola. Pênalti! Alex Mineiro bateu e empatou a partida, depois de oito meses sem marcar.

Mas aí Bruno Costa voltou a falhar, e em jogada de velocidade, num contra-ataque, João Carlos fez uma bela defesa com os pés, salvando o Furacão da derrota.

Foi então que o técnico Leandro Nehues mostrou que queria mesmo era empatar a partida, colocando Valencia no lugar de Bruno Costa, recuando Chico para a zaga. Trocou seis por meia dúzia, e o Atlético-PR não se encontrou mais na partida. Os laterais não subiram mais como deviam, Netinho não encontrava mais espaços, e o time jogou na base do desespero. Javier Toledo ainda entrou no final da partida, mas não conseguiu mudar o resultado do jogo, que foi justo pelo que os times apresentaram.

Obs.: os jogadores do Atlético e a imprensa reclamam de um pênalti não marcado em Alex Mineiro aos 15 minutos de jogo, pra mim, não foi absolutamente nada.


Assista os melhores momentos abaixo

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