segunda-feira, 11 de maio de 2015

[Pós-Jogo] Atlético Paranaense vence Internacional por 3 a 0 na Arena da Baixada

Walter e Marcos Guilherme comandaram vitória do Furacão pra cima do Internacional, por 3 a 0.

Os gols



O cara



Notas dos jogadores do Atlético Paranaense


Weverton, 8
Eduardo, 7
Gustavo, 6
Kadu, 6
Natanael, 5
Deivid, 6.5
Jadson, 5
Felipe, 6.5
Marco Damasceno, 2
Marcos Guilherme, 7
Walter, 8

Douglas Coutinho, 6
Hernani, 5
Nikão, 3

Milton Mendes, 7

SRN

---
RSS - Twitter - Facebook

quinta-feira, 16 de abril de 2015

[Pós-Jogo] Notas e melhores momentos de Atlético Paranaense 1(5) x 1(4) Remo-PA - Arena da Baixada

Notas do time atleticano no empate com classificação nos pênaltis, contra o Remo-PA, pela Copa do Brasil 2015.


Weverton - 6
Eduardo - 2
Gustavo - 4
Lula - 5
Natanael - 2
Deivid - 6
Jadson - 6
Bruno Mota - 5
Felipe - 6
Marcos Guilherme - 3
Douglas Coutinho - 0

Edigar Junio - 4
Gustavo Marmentini - 2
Rafinha - S/N

Enderson Moreira - 3

Melhores momentos da partida e disputa de pênaltis, via TVCAP




Apresentação e entrevista do atacante Walter, via TVCAP




SRN


---
RSS - Twitter - Facebook

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Primeiro reforço de peso do Atlético faz estreia discreta, porém segura.

Primeiro reforço atleticano de peso, em 2015, T.R. teve atuação discreta, porém segura. Atuou fechado por dentro durante os 90 minutos, deixando poucas bolas gotas passaram por ele, protegendo bem seu campo.

Repare em T.R. jogando fechado por dentro.
SRN

---
RSS - Twitter - Facebook

segunda-feira, 30 de março de 2015

A nota oficial fria e cinza, como o "CAP" atual.

E como antecipado por muitos, veio uma "nota oficial" pós-vexame.

Como toda "nota oficial", é fria.

Fria e cinza, como o "CAP" de 2014/2015.

E basta ler uma frase da nota para saber que nada vai mudar.

"Fizemos nossa análise crítica e não identificamos razões suficientes claras para esta queda, pois, com praticamente o mesmo grupo de jogadores de 2014, quando enfrentamos adversários muitos mais qualificados no Campeonato Brasileiro, chegamos entre os 8 melhores!"

Deste trecho, presumisse que a diretoria atual:

1. Achou que o ano de 2014 foi um sucesso;
2. Achou que sem Manoel, Ederson, Marcelo e Sueliton o elenco é "praticamente o mesmo";
3. Achou que entrar no estadual com time principal "do nada" seria moleza diante dos "adversários muitos mais qualificados do Brasileiro";
4. Somos idiotas!

É amigos. Estamos na M.

SRN

---

"Nota oficial" na íntegra aqui: http://www.atleticoparanaense.com/site/noticias/detalhe/37010/Torcida-atleticana

---
RSS - Twitter - Facebook

Por um Atlético Paranaense menos "cinza" dentro de campo.

Investimento na base é importante? Muito!

Investimento em infra-estrutura é importante? Demais!

Mas o "negócio futebol" só existe porque tem quem consome. E quem consome que ver o que? Futebol!

Eu sei, tem que pagar a Arena da Baixada.

Eu sei, não se pode cair nas loucuras dos outros clubes, oferecendo salários astronômicos para jogador que mal saiu da base...

Mas imagine se o foco de investimento do Clube Atlético Paranaense fosse o futebol, aquele jogado dentro do campo!

...

O que seria exatamente igual? Só o goleiro: Weverton. A partir daí, tudo seria diferente.

Sueliton, a melhor contratação de 2014, mesmo com suas limitações, continuaria sendo um dos líderes em assistências pra gol;

Manoel seria parceiro de Gustavo na zaga, acertando 99% dos botes;

Natanael, com a segurança de Manoel, Gustavo e Deivid dando cobertura na "destruição", teria liberdade para fazer o que sabe, atacar loucamente;

Hernani, piá promissor da base, teria a companhia de Everton e Nathan na meia, podendo ser o fator surpresa deste time;

Everton e Nathan, com expectativas de crescimento financeiro e profissional, ficariam no clube, participando de Libertadores ano sim, ano não;

Marcos Guilherme teria N chances para errar, até amadurecer e comprovar o potencial que tem, já que Marcelo no ataque, com mais experiência, seria a válvula de escape para dias onde as coisas não estão funcionando;

No banco teríamos Ederson e Douglas Coutinho, como alternativas para formatação de um sistema ofensivo diferente;

Também teríamos Bady e Felipe para momentos em que precisamos de mais cadência no meio-campo;

Crysan e Bruno Mota entrariam a cada dois jogos, ganhando ritmo e experiência aos poucos;

O Atlético hoje é assim: "cinza".
...

Veja que citei apenas jogadores que passaram pelo clube recentemente e que jogaram as últimas partidas, sem abrir muito o leque...

Mas vamos além... E fora de campo, se nos investimentos em infra-estrutura o foco fosse o torcedor?

...

A Baixada estaria 100% finalizada, sem tetos, sem dívidas;

Os sócios preencheriam quase que completamente o "meio" do estádio (GV e BI), com média de 20 mil sócios por jogo;

Ingressos avulsos seriam vendidos a R$40 reais, R$20 a meia-entrada, apenas para os setores atrás dos gols, permitindo que torcedores com menor poder aquisitivo fossem aos jogos 1 vez por mês;

Com casa cheia e novos talentos ficando no clube, teríamos novamente uma torcida quente e participativa;

Com o futebol em evidência as ofertas pelos nossos atletas seriam muitas, e tentadoras, nos fazendo perder (ou vender, como queira) um ou dois dos talentos por ano, mas mantendo a base para o ano seguinte;

Com um time rápido e de bom toque de bola, o gramado da Baixada seria muito bem cuidado, sempre impecável;

...

Ilusão? Utopia? Simplista demais?

Talvez!

Mas fato é que em momento distintos, cada um desses itens já foi realidade.

Posso estar muito errado, e torço para isso... Mas eu duvido que "torneio da morte" seja uma etapa de um planejamento para o sucesso.

SRN

---

Sobre a fase "cinza" do "CAP", leia mais:

Furacao.com - Paradoxo, parte II
Blog do Trétis - CAP, o meu Atlético interino


---
RSS - Twitter - Facebook